quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Que dia 8 de Janeiro de 2010 fique marcado com mais um grande passo para a igualdade!

Estamos a caminhar a passos largos para o grande dia. Dia 8 de Janeiro de 2010 vai ficar marcado na História portuguesa!
Vão ser discutidos no Parlamento vários projectos de lei, onde os/as deputados terão a oportunidade de garantir o igual acesso ao casamento civil por parte de casais hetero e homossexuais.
Segundo Miguel Vala de Almeida, serão discutidos 3 projectos mais 1:
1º - uma proposta de lei (por iniciativa do Governo, o que é um grande avanço, porque há 6 meses o PS votou contra o casamento) - contempla a igualdade no acesso ao casamento civil, mas em contrapartida inclui a proibição da adopção de crianças por parte dos casais de gays e lésbicas.
2º - um projecto-lei do BE - contempla a igualdade no acesso ao casamento civil e não aceita essa proibição, defendendo que qualquer pessoa ou casal pode ser candidato a adoptante. Para o BE, a proibição é inconstitucional, visto que uma pessoa não pode ser excluída de acesso a acções institucionais devido à sua orientação sexual. Trata-se de uma grave discriminação.
3º - um projecto-lei dos Verdes - que também contempla a possibilidade da adopção.
4º - um projecto de União Civil Registada do PSD - ainda desconhecido, mas, aparentemente vai propor um casamento com outro nome!? Entretanto, hoje foi entregue no Parlamento a petição para que haja um referendo, onde é é perguntado aos/às portugueses/as se "Concorda que o casamento possa ser celebrado entre pessoas do mesmo sexo?". É importante que se diga que em termos políticos não há condições para haver o referendo, visto que o casamento entre pessoas do mesmo sexo já constava no programa eleitoral do PS, do BE e dos Verdes e também do PCP. Portanto, pelo menos a esquerda tem toda a legitimidade de aprovar as propostas que foram sufragadas no local legislativo, ou seja, no Parlamento.
Aliás, São José Almeida diz hoje no Jornal Público que a maioria de esquerda chumbará o referendo ao casamento gay. Já o afirmaram os líderes do PS, do BE, dos Verdes e do PCP. Até o PSD já disse que não ao referendo.
É altura para reflectir sobre o assunto de forma séria e consciente. Aprovar a lei do casamento é uma questão de direitos humanos e de cidadania.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Ano novo, blog renovado!!
A Natureza das naturezas!! AVATAR!!!
sábado, 2 de janeiro de 2010
AVATAR, um filme grandioso!
Hoje, acho que o que disseram, para “me aguçar o apetite”, foi pouco. Acho que é um daqueles filmes que deviam ser obrigatórios, seguidos de uma aula de cidadania e de debate. Só assim, a meu ver, as pessoas podem aprender e melhorar, enquanto seres humanos, enquanto partes minúsculas de um todo.
Eu nasci numa pequena aldeia de Barcelos e, talvez por isso, tenho uma ligação à terra muito profunda. Recordo-me claramente da 1ª vez que vim a Lisboa, há quase 3 décadas atrás. É claro que adorei Lisboa, era a realização de um sonho. Mas recordo-me mais do forte sentimento de mal-estar, devido à poluição, ao barulho, à correria frenética das pessoas, que nem tempo tinham para se olhar nos olhos... O “lar doce lar” nunca foi tão sentido como dessa vez!
É um mundo onde a ligação entre as pessoas e os animais e as plantas ... se equipara às sinapses que existem no nosso cérebro. Não seriam necessárias estas redes sociais virtuais a que aderimos na Internet, no fundo, à procura dos mesmos sentimentos!
Pois bem, o que é que a maior parte dos seres humanos do Planeta terra faz quando encontram o Planeta Pandora? Como sempre, de cima do seu pedestal, é claro que se sentem diferentes. Mas, como se não bastasse, sentem-se diferentes e melhores, superiores! Vêem-n@s como indígenas, logo, tratam-nos praticamente como animais. E, como sempre, fazem tudo, tudo... para atingirem o seu objectivo, sem olhar à destruição.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Um excelente 2010 para tod@s!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Mais mulheres investigadoras, mas continuam a ser poucas a decidir!
Concordo com Helena Pereira quando refere que “A mulher, na Ciência, tem uma expressão demasiado reduzida face aos benefícios que representa para a sociedade” e que, em Portugal, “a situação é muito particular”. De facto, as mulheres fazem um percurso avançado em investigação, incluindo doutoramentos. Contudo, à medida que sobem na carreira, vão “desaparecendo” dos órgãos com poder de decisão estratégica e financeira.
Por que será que este fenómeno teima em persistir, mesmo quando a questão já não é certamente a qualificação?
Estreia esta semana um filme com potencial
O filme relata a história de Agathe Villanova, uma escritora feminista com alguma notoriedade, que regressa inesperadamente à sua terra natal.
A sua chegada inspira o jovem Karin, que decide começar uma série de documentários sobre várias "mulheres que venceram". À medida que as entrevistas vão decorrendo, Agathe vai fazendo uma auto-análise que mudará para sempre a sua vida e a de todos os que a rodeiam.
Trata-se de uma comédia semi-amarga onde o político e o pessoal se associam. É realizada por Agnès Jaoui, que, juntamente com Jean-Pierre Bacri e Jamel Debbouze, também é a protagonista.
sábado, 26 de dezembro de 2009
This is What a Feminist Looks Like
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Um Feliz Natal e um EXCELENTE 2010
Não posso partir de férias sem desejar a tod@s um Feliz Natal e um EXCELENTE 2010. Que este venha carregado de coisas boas tanto a nível pessoal, como profissional. Deixo aqui um postal natalício que recebi da Sofia Neves e que achei delicioso :o)
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Ontem foi um dia histórico!
Penso que a aprovação em Conselho de Ministros do projecto-lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo fez do dia de ontem um dia histórico, porque foi mais um passo em frente nos direitos e liberdades individuais... mais um passo a caminho da igualdade!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Aqui está a prova de que, por vezes, a lei dá um empurrãozinho nas mentalidades!
De acordo com o Diário Digital / Lusa, o casamento homossexual já não gera polémica em Espanha.
Bastaram 4 anos, após a aprovação da lei do casamento homossexual neste país (que gerou manifestações da Igreja e da ala mais conservadora da sociedade), para que o tema deixasse de ser alvo de polémica e de debate.
De facto, a oposição inicial de alguns magistrados e autarcas acabou por desaparecer e hoje o casamento entre dois homens ou duas mulheres deixou de ser sequer tema de conversa.
Algo aqui não bate certo!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Há que ousar dizer "eu sou feminista"!
A informação que anda a ser debatida em vários blogs (ex: vejam no Jugular e Nas Minhas Histórias) decorrente de uma notícia que saiu no jornal Público, desta vez, sobre o que as mulheres produzem no mundo e aquilo que auferem, revela a importância de continuarem a haver feministas, a nível mundial.
De facto, segundo a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pilay "As mulheres são responsáveis por dois terços das horas de trabalho no mundo inteiro e produzem metade dos alimentos do mundo. No entanto, devido à discriminação e às definições estereotipadas de papéis em função do sexo, auferem apenas 10 por cento do rendimento do mundo e possuem menos de um por cento dos bens a nível mundial." (Público, 10 de Dezembro, 2009, p.39).
Por esta e muitas outras razões (ex.: a questão da violência doméstica), temos de continuar a trabalhar, no sentido de conseguirmos despertar as consciências, nomeadamente das mulheres, para estas situações claramente discriminatórias, a nível mundial. Só assim, e sendo muito persistentes, é que as pessoas poderão começar a mudar e até juntar-se a nós, envolvendo-se em acções para a mudança da estrutura social.
Além disso, como disse Benoite Groul, "Le féminisme n'a jamais tué personne, le machisme tue tous les jours". Por essa razão, mais do que nunca, e sem medos de sermos rotulad@s de... do que quer que seja, temos de ousar dizer que somos feministas.
Uma coisa é certa, só há um caminho - o da igualdade.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Para @s que ainda não sabem o que oferecer no Natal
Há desde doces, postais, a agenda feminista e outros materiais feministas à venda.
Nos dias 11, 12 e 13 de Dezembro na LX FACTORY/Ler Devagar.
HORÁRIO:
Sexta-feira: 21h às 24h00
Sábado: 15h às 24h00
Domingo: 15h às 22h00
domingo, 6 de dezembro de 2009
Prémios Média 2009 da rede ex aequo

Filipe La Féria pela encenação da peça “A Gaiola das Loucas”, onde foram abordadas as temáticas do transformismo e homossexualidade.
O programa “Prós e Contras” (RTP1), pela inclusão do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos seus temas de debate.
A entrada é livre.--rede ex aequoassociação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes
Website: www.rea.ptEmail: geral@rea.ptFórum: www.rea.pt/forum
Campanha "Maltrato Zero"
Em Portugal, a Campanha será promovida conjuntamente pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, em colaboração com o Instituto Português da Juventude. Trata-se de uma campanha destinada à sociedade em geral, com especial enfoque na população jovem, dos países ibero-americanos com o objectivo de alertar a consciência social para as questões da igualdade e da violência de género, tendo em vista a erradicação desta última.
Pela primeira vez, os 22 países ibero-americanos surgem a uma só voz para consciencializar as sociedades de que a violência contra a mulher é um problema social, que não pode ficar oculto na esfera do privado. Esta voz única vem somar-se aos esforços que cada um dos países tem vindo a realizar contra este problema, através das suas próprias campanhas, legislação específica e dos recursos e meios que dedica ao seu combate.
A campanha tem por objetivo unir toda a sociedade ibero-americana, em especial a juventude, para se comprometer contra a desigualdade e contra a violência de género através do movimento social ‘MaltratoZero’. Este movimento pretende congregar uma população estimada de 150 milhões de pessoas e conta com um sítio na internet - www.maltratozero.com – que movimento pretende congregar uma população estimada de 150 milhões de pessoas e conta com um sítio na internet - www.maltratozero.com - que contém spots de rádio, de televisão, cartazes, informações, dados sobre violência doméstica, depoimentos, manifestos, entre outros.
Qualquer cidadão/ã pode aderir ao movimento. Todo o material foi produzido em português e em espanhol.
(fonte: CIG).
