quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Um bom vídeo para reflectir!

Agradeço a sugestão à Cláudia Múrias, uma das pessoas que nos seguem, e aproveito para dizer que aceitamos outras sugestões. Obrigada!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Finalmente!










A propaganda de 2010 do BE engloba várias mensagens muito fortes, mas é claro que gosto particularmente destas duas!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Para ler e reflectir!

http://www.ciudaddemujeres.com/articulos/Que-es-feminismo

Igualdade é Desenvolvimento!

Igualdade é Desenvolvimento! Este vai ser o lema de uma campanha que o conjunto de cerca 50 organizações, envolvidas no projecto da Animar "Igualdade de Género como exercício de cidadania" (7.3 POPH/CIG), irá desenvolver este ano!

Estas organizações encetaram, em 2009, um exercício de reflexão e análise críticos acerca ...das suas práticas (des)igualitárias. Os autodiagnósticos organizacionais estão a ser concluídos, com o envolvimento de dirigentes e técnicas/os.

Transversalizar a igualdade de mulheres e homens nas práticas internas e externas das organizações de desenvolvimento local é a nossa meta!
Ver maisANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local

http://www.animar-dl.pt/projectos_animar/ver_projecto.php?id=6

Filhos de Homossexuais ... Tornam-se Homossexuais?...nem isto nem o inverso!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Por um Centro de Cultura e Intervenção Feminista na cidade de Lisboa

Car@s Amig@s,

Acabei de ler e assinar a petição online: Por um Centro de Cultura e Intervenção Feminista na cidade de Lisboa»
http://www.peticaopublica.com/?pi=UMAR

Subscrevam a petição e divulguem-na pelos vossos contactos.
Obrigada

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Obra de arte para recordar o que foi feito e o que ainda há por fazer!

De acordo com o Jornal Público, apesar da chuva que caía intensamente hoje à hora do almoço, ainda se reuniram cerca de 40 pessoas feministas no alto do Parque Eduardo VII, para assinalar os 35 anos da manifestação feminista então convocada pelo Movimento de Libertação das Mulheres (MLM).

Naquela altura, no panfleto que distribuiu para convocar a concentração, o MLM afirmava querer “denunciar publicamente as várias formas de que se reveste a opressão da mulher em Portugal”, queimando, numa fogueira, objectos que simbolizassem essa subjugação. Uma noiva queimaria a flor de laranjeira, a dona de casa queimaria o avental e uma vamp queimaria o biquíni.

Contudo, como revelou ao Público Maria Teresa Horta (também presente na acção), o que acabou por se acender foram os ânimos de 2.000 homens que ali se deslocaram, insultando e agredindo as activistas, com pontapés, empurrões, bofetadas e apalpões, etc.. acabando por ser obrigadas a fugir, algumas delas com filh@s pelas mãos.

É inegável, que, desde essa altura, são enormes as mudanças registadas no sentido da igualdade de género. Umas das diferenças que se verificam entre as duas acções é bastante reveladora disso, que é o facto desta última já ter sido apoiada por alguns homens. São, na sua maioria, activistas de movimentos pela igualdade de direitos, como é o caso do antropólogo e deputado Miguel Vale de Almeida.

A UMAR pretende agora instalar uma obra de arte que marque o local, como uma referência do movimento feminista português, dando, assim, a visibilidade merecida à acção destas mulheres que lutaram pela igualdade.

Nunca é demais referir que ser feminista não é o oposto de ser sexista, ser feminista é lutar por uma sociedade mais igualitária, mais justa para todos e todas. O feminismo nunca matou ninguém, o sexismo mata todos os dias! Os vários comentários à notícia do Público mostram bem o enorme trabalho que ainda há a fazer.
Ver notícia aqui:

http://www.publico.clix.pt/Pol%C3%ADtica/feministas-querem-obra-de-arte-no-parque-eduardo-vii-para-recordar-manifestacao_1417677

Mais um dia histórico!

Como podem ver no site da UMAR (aqui mesmo ao lado) é já HOJE, dia 13 de Janeiro que se celebram os 35 anos da 1ª manifestação feminista em Portugal, convocada pelo Movimento de Libertação das Mulheres.


Para recordar este momento histórico, a UMAR marcou um encontro no mesmo local HOJE com vári@s feministas, entre @s quais algumas das protagonistas da altura.


O objectivo é que todas as pessoas feministas (mulheres e homens) apareçam no Parque Eduardo VII, junto ao n.º 28 da Av. Sidónio Pais (no canto superior direito) às 12.30h, vestindo uma peça de roupa roxa.


Apareça e traga um@ amig@ também.



segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Magnífico discurso de Miguel Vale de Almeida na Assembleia da República para ver e rever!

Para quem ainda não viu, nem ouviu, o magnífico discurso de Miguel Vale de Almeida sobre o acesso ao casamento civil por parte de casais de pessoas do mesmo sexo, aqui fica... porque nunca é demais falar dos direitos individuais e da superação de discriminações injustas!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Um passo no sentido da igualdade e muitos outros no sentido da desigualdade!

De acordo com o i (http://www.ionline.pt/conteudo/40846-miudas-nuas-e-vinho-tinto), amanhã vai ser inaugurada uma exposição designada "Sangue & Corpo Di Vino - Vinho a Nu" no Museu do Vinho da Bairrada.

Sendo, desde logo óbvio que não será o vinho que vai aparecer nu na exposição, poder-se-ia pensar que será um belo homem, em alusão ao “Di Vino”. Mas não, também não!

Alguém adivinha quem é que aparece?

Pois é, nada de novo!

A exposição é composta por 16 fotografias a cores e a preto e branco, do jovem fotógrafo Diogo Moreira, nas quais uma mulher (é claro!) posa entre rolhas de cortiça, barris de vinho e pilhas de garrafas, tal como veio ao mundo!

E assim continua o nosso país.... Se é verdade que hoje foi dado um passo no sentido da igualdade e da democracia, não é menos verdade que muitos passos continuam por ser dados.

Por isso, a luta tem de continuar!


Wanda Sykes on Gay Marriage

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Que dia 8 de Janeiro de 2010 fique marcado com mais um grande passo para a igualdade!


Estamos a caminhar a passos largos para o grande dia. Dia 8 de Janeiro de 2010 vai ficar marcado na História portuguesa!


Vão ser discutidos no Parlamento vários projectos de lei, onde os/as deputados terão a oportunidade de garantir o igual acesso ao casamento civil por parte de casais hetero e homossexuais.
Segundo Miguel Vala de Almeida, serão discutidos 3 projectos mais 1:

1º - uma proposta de lei (por iniciativa do Governo, o que é um grande avanço, porque há 6 meses o PS votou contra o casamento) - contempla a igualdade no acesso ao casamento civil, mas em contrapartida inclui a proibição da adopção de crianças por parte dos casais de gays e lésbicas.

2º - um projecto-lei do BE - contempla a igualdade no acesso ao casamento civil e não aceita essa proibição, defendendo que qualquer pessoa ou casal pode ser candidato a adoptante. Para o BE, a proibição é inconstitucional, visto que uma pessoa não pode ser excluída de acesso a acções institucionais devido à sua orientação sexual. Trata-se de uma grave discriminação.

3º - um projecto-lei dos Verdes - que também contempla a possibilidade da adopção.

4º - um projecto de União Civil Registada do PSD - ainda desconhecido, mas, aparentemente vai propor um casamento com outro nome!? Entretanto, hoje foi entregue no Parlamento a petição para que haja um referendo, onde é é perguntado aos/às portugueses/as se "Concorda que o casamento possa ser celebrado entre pessoas do mesmo sexo?". É importante que se diga que em termos políticos não há condições para haver o referendo, visto que o casamento entre pessoas do mesmo sexo já constava no programa eleitoral do PS, do BE e dos Verdes e também do PCP. Portanto, pelo menos a esquerda tem toda a legitimidade de aprovar as propostas que foram sufragadas no local legislativo, ou seja, no Parlamento.

Aliás, São José Almeida diz hoje no Jornal Público que a maioria de esquerda chumbará o referendo ao casamento gay. Já o afirmaram os líderes do PS, do BE, dos Verdes e do PCP. Até o PSD já disse que não ao referendo.

É altura para reflectir sobre o assunto de forma séria e consciente. Aprovar a lei do casamento é uma questão de direitos humanos e de cidadania.

domingo, 3 de janeiro de 2010

2009 em revista

http://static.publico.clix.pt/docs/mundo/2009mundo/

Ano novo, blog renovado!!

Pois é...uma vez que augoramos para este ano, um blog mais agitado, dialogante, e repleto de opiniões e posts novos, decidimos...heheh...eu decidi...renovar o look do blog!! Esperamos que gostem...aguardamos opiniões! FELIZ ANO DE 2010!

A Natureza das naturezas!! AVATAR!!!

Fico muito contente quando encontro pessoas que conseguem captar a mais bela mensagem de todas: que todos sem excepção fazem parte de um sistema...e que esse sistema tem um equilíbrio. Pena é que os "animais racionais" do planeta (discordo em absoluto da palavra "racional") ainda não tenham conseguido perceber que destruindo essa rede de equilibrio, estão a destruir-se a eles próprios. Todos os que estiveram em Copenhaga deveriam ter visto e revisto este filme. E concordo contigo companheira Helena, este filme deveria fazer parte do programa escolar!!! Até porque para além de uma mensagem verdadeiramente ecológica e Humana, há algo que raramente temos oportunidade de ver: uma figura feminina valorizada, verdadeiramente retratada com valor, respeito, feminina mas não minimizada, com garra e determinação, sem ser demasiado masculinizada. Um filme verdadeiramente inclusivo da verdadeira natureza de todos os seres. Simplesmente maravilhoso!!!

sábado, 2 de janeiro de 2010

AVATAR, um filme grandioso!

Ontem fui, em família, ver o AVATAR. Fui com um pé atrás, admito, mas fui, muito por sugestão de amig@s.
Hoje, acho que o que disseram, para “me aguçar o apetite”, foi pouco. Acho que é um daqueles filmes que deviam ser obrigatórios, seguidos de uma aula de cidadania e de debate. Só assim, a meu ver, as pessoas podem aprender e melhorar, enquanto seres humanos, enquanto partes minúsculas de um todo.

Acho o filme de James Cameron lindo, a todos os níveis. Se a minha memória não me trai, o AVATAR é dos filmes que me fez sentir o sentimento mais belo que já senti numa sala de cinema ... à frente de Into the wild de Sean Penn, pela coragem de desprendimento das coisas materiais por parte da personagem principal - Emile Hirsch.

Apresenta mensagens impressionantes sobre trocas culturais, alteridade, solidariedade, consciência e resistência cultural, ética, a essência da relação entre pessoas azuis e a natureza num planeta chamado Pandora. Trata-se de algo que, infelizmente, no planeta Terra se começa a perder. As imagens são maravilhosas, os efeitos especiais, juntamente com a fauna e a flora são verdadeiras metáforas de força, de coragem, de sensibilidade, de percepção, de amizade e de amor... chorei em vários momentos!

Eu nasci numa pequena aldeia de Barcelos e, talvez por isso, tenho uma ligação à terra muito profunda. Recordo-me claramente da 1ª vez que vim a Lisboa, há quase 3 décadas atrás. É claro que adorei Lisboa, era a realização de um sonho. Mas recordo-me mais do forte sentimento de mal-estar, devido à poluição, ao barulho, à correria frenética das pessoas, que nem tempo tinham para se olhar nos olhos... O “lar doce lar” nunca foi tão sentido como dessa vez!

A minha ligação com a natureza e com a terra era mesmo muito forte. Vivia colada à floresta e, muitas vezes, dava passeios solitários para admirar as árvores e os bichinhos, para sentir os cheiros maravilhosos, para mexer na terra... adoro o cheiro a terra molhada... Ontem no AVATAR encontrei o meu planeta ideal. O que eu dava para ter aquela ligação com a natureza, ligação com o presente e com o passado... que harmonia!

É um mundo onde a ligação entre as pessoas e os animais e as plantas ... se equipara às sinapses que existem no nosso cérebro. Não seriam necessárias estas redes sociais virtuais a que aderimos na Internet, no fundo, à procura dos mesmos sentimentos!

Pois bem, o que é que a maior parte dos seres humanos do Planeta terra faz quando encontram o Planeta Pandora? Como sempre, de cima do seu pedestal, é claro que se sentem diferentes. Mas, como se não bastasse, sentem-se diferentes e melhores, superiores! Vêem-n@s como indígenas, logo, tratam-nos praticamente como animais. E, como sempre, fazem tudo, tudo... para atingirem o seu objectivo, sem olhar à destruição.

Aqui, chorei de tristeza. É triste perceber que, efectivamente, em geral, as pessoas estão cada vez mais distantes da terra e da natureza. Estão ligadas a quê, para além do consumismo desenfreado?! O que é que as move? Para onde vão? O que esperam do futuro?...

Felizmente, tal como no filme, ainda há pessoas com consciência social, pessoas abertas a novas descobertas, abertas à diferença. Ainda há pessoas preocupadas em melhorar as formas de vida, procurando entendê-las e a respeitar @s desconhecid@s - @s outr@s.

No final do filme, tudo acaba bem. Felizmente, o bem vence o mal de forma grandiosa... mas a que preço?!

Há que começar 2010 com esperança!

Por isso, começo com uma das minhas músicas preferidas.