segunda-feira, 11 de outubro de 2010

TERTÚLIA As TREZE, o Lesbianismo e a Primeira República!


"Ao assumir na lei e nas instituições sociais a família nuclear burguesa, patriarcal e heterossexual, e o ideário do "homem novo" ao serviço da sociedade, a Primeira República foi o período em que, na sociedade portuguesa, a homossexualidade deixou de ser apenas pecado e passou a ser assim também doença e crime. Olhadas de uma nova forma, as relações afectivas e sexuais entre pessoas do mesmo sexo, passaram a ser combatidas de nova forma com o fim de serem extirpadas da sociedade. Assim, os comportamentos homossexuais passam a ser estigmatizados, omitidos e atirados para a não existência e em particular o lesbianismo assume novos contornos de invisibilidade."


Organização: UMAR | www.umarfeminismos.org
Pó dos Livros: Avenida Marquês de Tomar n.º89, Lisboa

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Quem tem Medo dos Feminismos?



Actas do Congresso Feminista 2008 à venda na FNAC e na Livraria Esperança, na UMAR (em Lisboa e no Porto) e através do e-mail main@novadelphi.com



Aqui fica a cara do 1º volume ;o)

Michelle Bachelet foi nomeada Sub-Secretária Geral das Nações Unidas para as mulheres!

A 14 de Setembro de 2010, a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet foi nomeada Sub-Secretária Geral das Nações Unidas para as mulheres.

Muitos parabéns!

Contamos com a Michelle Bachelet para caminharmos mais rapidamente no sentido da igualdade.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Aqui está uma boa mensagem!

Depoimento de Salomé Coelho - Investigadora, activista feminista e LGBT



Parabéns Salomé!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A longa luta da procura da igualdade entre homens e mulheres em Portugal!


ANÁLISE RESULTADOS

O Jornal Público contém hoje 2s artigos interessantes sobre as mulheres no movimento republicano que vale a pena ler:

República: Quando as feministas influenciaram o poder”, de São José Almeida,
e
“O papel central da Maçonaria".


Ver notícia aqui: http://jornal.publico.pt/noticia/27-08-2010/quando--as-feministas-influenciaram--o-poder-19991625.htm

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A saúde mental dos portugueses

Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso, publicado no Público, 2010-06-21

Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.

Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.

Pedro Afonso
Médico psiquiatra

Protesto contra as execuções em curso na República Islâmica do Irão!


No próximo sábado (dia 28 de Agosto), em Lisboa, é dia de protesto contra a lapidação.

Estão todos/as convidados/as a participar neste protesto.

Vamos mostrar a nossa indignação e fazer do dia 28 de Agosto um dia contra a lapidação.

Local: Largo de Camões, Lisboa.

Hora: Sábado, 28 de Agosto de 2010 18:00


quinta-feira, 29 de julho de 2010

Censura de uma cena de afectividade na série "Morangos com Açúcar"!

Existe uma carta aberta dirigida à TVI por esta estação de televisão ter cedido à pressão homofóbica e ter censurado uma cena de afectividade protagonizada por um casal de rapazes na série "Morangos com Açúcar".

Eu subscrevo a carta.
Vejam a carta
aqui

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Mulheres no poder político!


A revista francesa Le Point publicou uma infografia, que o No Feminino Negócios reproduziu e nós partilhamos aqui, porque, de facto, ficamos com uma boa ideia sobre a liderança feminina em todo o mundo:

- as rainhas estão identificadas a roxo (Dinamarca, Reino Unido e Países Baixos);

- as chefes de governo
estão identificadas a verde (Alemanha, Austrália, Bangladesh, Croácia, Finlândia, Islândia e Eslováquia); e

- as chefes de estado eleitas a azul (Argentina, Costa Rica, Finlândia, Índia, Irlanda, Quirguistão, Libéria, Lituânia, Suíça e Trindade e Tobago).


O mundo já começa a ter alguma cor ;o)

quinta-feira, 22 de julho de 2010

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Parabéns Argentina!

Foi a vez da Argentina. Após um tenso e longo debate, que se prolongou por cerca de 15 horas, o Senado argentino aprovou ontem o casamento entre pessoas do mesmo sexo!

O projecto de lei do Governo foi aprovado e a Presidente já afirmou que promulgará a Lei.

Assim, a Argentina, onde 91% da população se diz católica, tornou-se no 1º país da América Latina e o 10º país no mundo a legislar a igualdade no acesso ao casamento!

Parabéns Argentina!


quarta-feira, 7 de julho de 2010

A libertação das mulheres muçulmanas começa em Marrocos!

Aqui está um artigo no Público sobre a mudança da condição feminina em Marrocos, de Paulo Moura (06-07-2010) com boas notícias.


Descreve as enormes mudanças em curso neste país muçulmano.


Muito interessante.



As mães estateladas

Desde 1965, subiu a quantidade de tempo gasto pelas mães nos cuidados com os filhos, apesar da maioria das mães estarem agora no mercado de trabalho. O aumento tem sido particularmente agudo entre as mães com educação superior.
Não apenas as mães que trabalham estão agora naquilo que nos anos 60 seriam dois empregos distintos- um dentro de casa e outro fora- , como o primeiro desses empregos tornou-se muito mais exigente do que era. As mães que tentam cumprir os novos padrões de parentalidade da classe média trabalhadora tem poucas opções: ou se sobrecarregam ou abandonam o mercado de trabalho.
Ler todo o artigo do Washington Post aqui.

CNN: DEATH BY STONING, 20100706

Parece que ainda estamos na pré-história!!

terça-feira, 6 de julho de 2010

República & republicanas

Lisboa
quinta-feira, 8 de Julho de 2010
Hora:
18:00 - 20:30
Local:
FCSH- Edifício ID
Rua:
Avenida de Berna, 26-C
Cidade/Localidade:
Lisboa