quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Podemos melhorar o Mundo?

























São os objectivos do milénio da ONU, que pode ver nos 8 quadrados a seguir.


Faltam 5 anos e um longo caminho a percorrer.
Vamos ajudar a cumprir esta promessa.
Indigne-se e actue!



Erradicar a Pobreza Extrema

Assegurar a educação universal

Promover a igualdade de género

Reduzir a mortalidade infantil

Melhorar a saúde materna

Combater o VIH/SIDA e outras doenças

Assegurar a sustentabilidade ambiental

Parceria global para o desenvolvimento


EU JÁ CLIQUEI NA MINHA CAUSA - Promover a igualdade de género.
CLIQUE TAMBÉM NA SUA CAUSA!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Assine a petição e divulgue-a: é uma questão de direitos humanos !


Millicent Gaika foi amarrada e violada durante cinco horas por um homem que queria "curá-la" do lesbianismo com uma "violação corretiva".

O que fez a justiça?
NADA!

Como refere Paula Cosme Pinto no Expresso - Lésbicas "curadas" com "violações corretivas" (com vídeo) -, nós "nunca temos a certeza absoluta se estas petições online chegarão a bom porto, mas perder 30 segundos e assinar o documento no site a Avaaz.org também não custa. Quem sabe se poderemos ajudar um dia a salvar uma vida"!


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Urgente: São chamadas mais mulheres competentes às urgências da política portuguesa para curar o sistema que se encontra em estado de doença avançado!

As eleições de ontem tiveram uma abstenção recorde em presidenciais (cerca de 53%). Os votos brancos e nulos também atingiram pico histórico. É agora muito importante reflectirmos sobre este resultado.

Na minha opinião, esta é a prova mais do que provada do descontentamento dos/as portugueses quer relativamente à situação social do país, quer ao sistema político actual.

De facto, é verdade que o desinteress
e da sociedade tem vindo a aumentar desde o 25 de Abril, provado neste acto cívico tão simples de realizar (ex: ou é porque está muito frio, ou é porque está calor e foi à praia...ou é porque não gosta de política, ou porque é indiferente, ou, simplesmente, porque foi atacado/a por uma súbita preguiça!).

Mas, por outro lado, também é verdade que o sistema o tem vindo a provocar: move cada vez menos as pessoas, porque é cada vez menos credível. Como refere Manuel Meirinho, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, no Jornal Público de ontem, “o sistema está doente”.
Há, então, que agir, apostando numa maior participação política das pessoas, porque sem esta não há democracia plena, mas uma democracia doente!

Há, por um lado, que apostar na educação e na sensibilização, como sugere Carlos Jalali no mesmo jornal, porque votar é um direito cívico, mas também é um dever.

É necessário, por outro lado, que o sistema político aposte em mais “sangue novo” e em ideias inovadoras. É preciso mais gente pró-activa, optimista e com algum carisma, para que consiga mobilizar o país. Neste momento, estamos mergulhados/as num país cinzento, encolhidinho e a tremer de medo.
Pior, essa mensagem também veio de cima! Não é disso que o país precisa neste momento para conseguir dar a volta!
Aparentemente, as pessoas consideram que, nos períodos mais conturbados, as Mulheres são solução para a crise. Por isso, há que aproveitar este “espírito”: está na hora de as mulheres deste país se mobilizarem. Está mais do que na hora de lutarem/lutarmos pela igualdade de género e uma cidadania política efectivamente paritária.

Ao contrário daquilo que, muitas vezes, é afirmado, "Na política, as mulheres são capazes!"


A política e a sociedade portuguesa só têm a melhorar com a presença de mais mulheres na política, tanto a nível nacional, como regional ou local. Algumas já estão na política e muitas outras têm andado a tentar, mas a verdade é que não é nada fácil lá chegar…e muito menos permanecer!

Aqui ficam algumas das mulheres políticas que já existem no nosso país:

  1. Ana Catarina Mendonça Mendes
  2. Ana Drago
  3. Ana Gomes
  4. Edite Estrela
  5. Elisa Ferreira
  6. Helena Pinto
  7. Helena Roseta
  8. Heloísa Apolónia
  9. Luísa Mesquita
  10. Ilda Figueiredo
  11. Joana Amaral Dias
  12. Leonor Beleza
  13. Maria de Belém Roseira
  14. Maria José Nogueira Pinto
  15. Mariana Aiveca
  16. Marisa Matias
  17. Odete Santos
  18. Sónia fertuzinhos
  19. Teresa de Vasconcelos Caeiro
  20. Zita Seabra
...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

“Si no votas, cállate!”

No próximo domingo são as eleições presidenciais. Vivemos numa democracia e todos/as nós vamos poder livremente exercer o direito de voto.
É sempre importante recordar que as mulheres têm sido “cidadãs de segunda”.

No início do século XX eram poucas as mulheres que podiam votar a nível mundial e ainda menos as que podiam ser eleitas (Hause, 2004). De facto, as mulheres foram literalmente excluídas da cidadania em razão do seu sexo, no início das democracias modernas, vivendo uma “cidadania parcial” (Voet, 1998).


Em Portugal, o direito de voto só foi concedido às mulheres em 1931, sendo, no entanto, estabelecido que apenas as mulheres com mais de 20 anos, diplomadas com cursos superiores ou secundários, tinham o direito de voto, caso contrário, só poderiam votar se exercessem funções de chefe de família. Já no caso dos homens, bastava que estes soubessem ler e escrever.

[ NOTA - Carolina Beatriz Ângelo foi a 1ª mulher a exercer o direito de voto, em 1911, numa altura em que este era apenas reconhecido aos cidadãos portugueses com mais de 21 anos, que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família. Invocando a sua qualidade de chefe de família, visto que era viúva e mãe, esta feminista envolveu-se numa batalha jurídica, conseguiu que o tribunal lhe reconhecesse o direito a votar. No ano seguinte, a lei foi alterada, sendo salientado que só os chefes de família do sexo masculino poderiam votar (Esteves, 2005).]

Esta restrição deixou de ser tão apertada em 1946, sendo alargada a capacidade eleitoral às mulheres casadas que soubessem ler e escrever português e que pagassem contribuição predial, não inferior a 200 escudos, por bens próprios ou comuns (Maurício, 2005).

Em 1968, a nomeação de Marcello Caetano para chefe do governo permitiu que fossem introduzidas algumas reformas um pouco mais favoráveis às mulheres. Acabou com a desigualdade formal entre homens e mulheres, atribuindo-lhes os mesmos direitos políticos, qualquer que fosse o seu estado civil. Mas esta lei, segundo Maurício (2005), continha ainda algumas restrições, uma vez que nas juntas de freguesia continuavam a ser eleitores apenas os “chefes de família”.

Na realidade, só em 1974 com a instauração da democracia, foram abolidas todas as restrições baseadas no sexo quanto à capacidade eleitoral da/os cidadã/os e a igualdade consagrada na Constituição, aprovada em 1976. Nesta altura, foi dado um grande passo no sentido da igualdade de género... e ficamos um pouco mais próximos/as da democracia plena.



Por isso, no próximo domingo exerçamos esse direito e votemos (e sem medo), pois trata-se do nosso futuro. Caso contrário, depois também não temos legitimidade para nos queixarmos, certo?! Como vi um dia num cartaz do país vizinho:


Si no votas, cállate!”

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Homenagem a Geraldine Doyle, ícone das mulheres trabalhadoras da II Guerra Mundial


De acordo com a Visão da semana passada, Geraldine Doyle morreu no dia 26 de Novembro de 2010, com 86 anos.

Geraldine, ex-modelo americana, foi a figura inspiradora deste célebre cartaz que mostrava “Rosie, a rebitadora”, uma operária de uma fábrica de Michigan que chamava as mulheres ao trabalho nas fábricas durante a II Guerra Mundial.

Esta mensagem tornou-se um ícone do movimento feminista nos EUA durante anos.

Sugestão de leitura

O livro “Novas Cartas Portuguesas” das chamadas “Três Marias” (Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa), publicado pela 1ª vez em 1972, foi meritoriamente reeditado pela Dom Quixote em Novembro passado, ou seja, quase 40 anos depois.

Na altura, o Estado Novo considerou-o "pornográfico e atentatório da moral pública", sendo retirado das livrarias e destruído!


A presente edição foi anotada e organizada por Ana Luísa Amaral, poetisa e professora universitária, que chefiou uma equipa de várias pessoas.
Contém dois textos introdutórios, recuperados de Maria de Lourdes Pintasilgo: um pré-prefácio e um prefácio.

Salienta, nomeadamente, as injustiças e as discriminações a que as mulheres estavam sujeitas na altura. E se “os desafios que hoje enfrenta a condição feminina são substancialmente diferentes dos que se apresentavam há quase 40 anos, nem por isso deve ser menorizada a sua importância”, como refere logo na Introdução Ana Luísa Amaral.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Questões LGBT - Call for papers

A revista PSICOLOGIA, editada pela Associação Portuguesa de Psicologia, encontra-se a preparar um Número Especial Internacional, com artigos dedicados ao tema “Saúde e Bem-estar individual, familiar e social de pessoas LGBT”, sendo organizado por: Carla Moleiro, Henrique Pereira & Nuno Pinto.

É encorajada a submissão de artigos centrados em tópicos relacionados com a área abrangente de estudos LGBT em Psicologia.
Embora muita literatura exista na psicologia sobre questões LGBT, esta tem permanecido relativamente invisível e fora da acessibilidade aos profissionais. O bem-estar individual, familiar e social de pessoas LGBT, bem como o desenvolvimento de práticas de saúde sensíveis à diversidade sexual, têm estado na base de estudos recentes, em paralelo à crescente visibilidade das pessoas LGBT e das suas famílias em todo o mundo. O presente volume pretende contribuir para a disseminação de trabalhos científicos desenvolvidos neste domínio, em particular:

Bem-estar e resiliência em pessoas LGBT
• Pessoas LGBT e o ciclo de vida: adolescência, vida adulta, famílias e idade avançada
• Disparidades nos cuidados de saúde para pessoas LGBT
• Estratégias para melhorar a saúde sexual de pessoas LGBT
• Explorar comportamentos/percepções/crenças de saúde em pessoas LGBT
• Instrumentos de medida de Identidade de Género/Orientação sexual e investigação LGBT

Poderão ser incluídos neste número especial da revista PSICOLOGIA diferentes

contribuições sobre tópicos relacionados com esta área de investigação. Serão bem-vindas
investigações empíricas, revisões da literatura ou apresentação de artigos teóricos
originais, devendo, em qualquer dos casos, seguir as normas para a apresentação de
trabalhos originais da Revista PSICOLOGIA, que se baseia nas normas da APA (American
Psychological Association, Publication Manual, 5ª ed., Washington, DC), e não exceder as
30 páginas (incluindo referências) com espaçamento duplo entre as linhas.
Para informação
mais detalhada, consultar as normas para publicação em
http://www.appsicologia.org/revista/normas.htm.

Os manuscritos poderão ser submetidos em língua Portuguesa ou Inglesa, para
carla.moleiro@iscte.pt.
A submissão dos manuscritos para este número especial termina a 31 de Janeiro de 2011.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Obra publicada pela CITE sobre as des/igualdades de género no trabalho e no emprego!

Já se encontra disponível o livro da CITE intitulado “A IGUALDADE DE MULHERES E HOMENS NO TRABALHO E NO EMPREGO EM PORTUGAL - Políticas e Circunstâncias”.

O livro está disponível para leitura aqui.

Uma eleição histórica!

A recente eleição da Senhora Presidenta do Brasil, Dilma Russeff, vale mais do que 1.0000.000 palavras, em termos de promoção da igualdade de género.

No seu discurso de tomada de posse, Dilma Rousseff prometeu, nomeadamente, “honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos”.

Força Senhora Presidenta, porque o mundo está de olhos postos em si!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

UM EXCELENTE 2011!

Tenho estado muito ausente nesta época de festas e de gripes...mas, embora atrasada, não posso deixar de vos/nos desejar a todos/as um EXCELENTE 2011. Que o novo ano nos traga mais igualdade, mais paz, mais amor e mais respeito...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Aqui está uma ideia para um presentinho de Natal!

Por 5€, a agenda pode ser adquirida na UMAR (a nível nacional) ou por encomenda via e-mail (5€ mais portes de envio).

Encomendas para umar.sede@sapo.pt (envio a partir de Lisboa)
ou
umar.porto@gmail.comEste endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar (envio a partir do Porto).

Há exemplares disponíveis também nas instalações dos núcleos de Lisboa e Porto, da UMAR.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Por que são @s feministas incompreendid@s?!

@s feministas continuam a ser incompreendid@s. Actualmente, são muitas as pessoas que se questionam se o feminismo continua a fazer sentido, uma vez que até já existe igualdade. Pessoalmente, não entendo muito bem esta dúvida, sobretudo quando surge por parte das mulheres, que, certamente, já sentiram na pele algum tipo de discriminação. Parecem mesmo mais insensíveis à causa d@s feministas do que às próprias situações de injustiça que continuam a ocorrer frequentemente em todo o mundo.

Por que será?!

Pergunto-me, por exemplo, o que pensarão estas pessoas ao ver notícias como as duas que assinalo a seguir: uma ocorreu no Sudão (sobre uma agressão brutal por parte de dois polícias a uma mulher na rua) e outra em Portugal (sobre um homem sequestrou e violou a ex-namorada).

Será que que também se riem ao ver a mulher a ser brutalmente açoitada pelo polícia do Sudão, ou ficam angustiadas? Será que pensam que apesar de tudo, as coisas têm evoluído e já não estão assim tão mal? Será que consideram que essa mudança deve ocorrer "naturalmente", com a evolução da natureza?! Etc...

Julgo que esta dúvida estará relacionada com baixa participação cívica que existe, em geral, por parte das pessoas, sobretudo no que diz respeito à mobilização relativamente às questões relacionadas com a desigualdade de género.

Uma coisa é certa: “O feminismo nunca matou ninguém e que o machismo mata todos os dias” (Benoîte Groult) e é fundamental continuar a trabalhar no sentido de acabar com notícias como estas:

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1734207

http://www.ionline.pt/conteudo/93623-homem-sequestrou-e-violou-ex-namorada-em-casa


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dia Internacional dos Direitos Humanos!

Hoje, dia 10 de Dezembro, assinala-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data em que foi aprovada, em 1948, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Por ser o 1º documento internacional a afirmar a universalidade dos direitos fundamentais e a igualdade entre todas as pessoas, a Declaração é considerada um marco para a protecção e respeito dos direitos humanos.

Também é neste dia que habitualmente são entregues o Prémio Nobel da Paz e os prémios das Nações Unidas no campo do
s direitos humanos.

Alguns dos direitos previstos na Declaração Universal são:

  • - o direito à vida,
  • - o direito a não ser submetido/a a tortura nem a penas ou tratamentos desumanos ou degradantes,
  • - o direito a não ser mantido/a em escravidão ou servidão, nem constrangido a realizar trabalho forçado ou obrigatório,
  • - o direito à liberdade e segurança, não podendo ser privado da sua liberdade a não ser nos casos e nos termos previstos na Convenção, - o direito ao respeito da vida privada, do domicílio e da correspondência,
  • - o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião,
  • - o direito ao respeito dos seus bens,
  • - o direito a eleições livres,
  • - o direito a não poder ser privado de liberdade por não cumprir uma obrigação contratual,
  • - o direito de circulação no território do Estado e de escolher livremente a sua residência,
  • - o direito a não ser expulso do território do Estado de que é cidadão e de não ser privado de entrar nesse território,
  • - o direito à existência de um recurso, perante as instâncias nacionais, de actos violadores dos direitos e liberdades reconhecidos na Convenção, quer esses actos sejam da responsabilidade de particulares quer do Estado,
  • - etc...
Como refere Paulo Pinto de Albuquerque hoje no DN, “Dificilmente seria possível conceber um texto tão belo e tão harmonioso.”Mas a realidade está longe disso. O que se vê nas notícias hoje? Vejamos dois exemplos:

O caso de Liu Xiaobo, que ganhou o Prémio Nobel da Paz, em 2010, pela "sua longa e pacífica luta por direitos humanos fundamentais na China" (segundo a declaração de atribuição emitida pela Academia Nobel) e que continua preso pela justiça chinesa.



O caso de Sakineh Ashtiani, que, pelo que retratam as notícias de hoje, afinal não foi libertada!




Ainda há mu
ito caminho a fazer!
Uma coisa é certa "Não pode haver democracia sem direitos humanos" (Aung San Suu Kyi)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

NAMORO VIOLENTO - a violência conjugal começa cada vez mais cedo!

A capa da revista VISÃO desta semana foca a preocupante questão do “NAMORO VIOLENTO: DESCIDA AO INFERNO DOS HOMICÍDIOS E MAUS-TRATOS ENTRE JOVENS CASAIS.

A reportagem é da jornalista Teresa Campos e salienta a existência de um novo fenómeno - a violência durante o namoro - que está a tomar proporções ainda mais graves do que o da violência doméstica, digamos “tradicional”.

Aparentemente, os relacionamentos degeneram em violência cada vez mais cedo, com jovens raparigas a perderem a vida. Por exemplo, em 2009, foram assassinadas pelos seus ex-companheiros 7 jovens mulheres (com menos de 22 anos). Também um estudo revelou que uma em cada 4 universitárias admite ter sofrido comportamentos abusivos.

O que provocará este "fenómeno"?

Para mais informações sobre esta questão, veja
aqui No Feminino Negócios.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

CONVITE





















No dia 15, a CITE faz o lançamento da sua mais recente publicação - A Igualdade de Mulheres e Homens no Trabalho e no Emprego em Portugal: políticas e circunstâncias.

O lançamento ocorrerá no LxFactory e a maior parte das autoras estará presente.

Este trabalho foi coordenado por Virgínia Ferreira e contém textos de Sara Falcão Casaca, Margarida Chagas Lopes, Helena Araújo, Lígia Amâncio, Mª do Céu da Cunha Rego, Heloisa Perista, Gina Gaio Santos, Sofia Silva e Sofia Cruz, João Oliveira e Rosa Monteiro.

Apareçam para o debate!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Exposição Fotográfica - "Armas sexuadas: 16 olhares sobre violências contra as mulheres"

















Mais informação em:
http://www.ces.uc.pt/eventos/index.php?id=3131&id_lingua=1

FELIZ ANIVERSÁRIO!

A chegada do frio a Portugal trouxe-me uma forte constipação e pouca vontade de ligar o computador. Por isso, escaparam-me vários acontecimentos nos últimos dias, entre os quais não posso deixar de salientar o dia de ontem, em que foi celebrado o Dia Mundial contra a SIDA.

Também me esqueci de dar os parabéns ao Feministas 100 Fronteiras, pelo seu primeiro aninho de vida.
FELIZ ANIVERSÁRIO!

Aproveito para recordar que este Blog nasceu no dia 26 de Novembro de 2009, na sequência de um Encontro Ibérico realizado em Outubro de 2009, em Cáceres - O "Ágora, o debate peninsular” (http://www.agoraextremadura.es/).

Nasceu com o objectivo de termos um espaço virtual de discussão, provocação, partilha de experiências e opiniões, indignações, etc., que permitisse provocar algumas mudanças, no sentido de caminharmos para igualdade de género... Bem sei que todas temos uma vida muito preenchida e que não é fácil manter um objectivo como este, mas, apesar de tudo, julgo que o balanço final é positivo.

O que acham?
Aceitam-se sugestões para o melhorarmos ;o)