quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Pouco a pouco, as barreiras e os preconceitos vão sendo derrubados!

Desde que a lei que permite casamentos homossexuais em Portugal entrou em vigor (Maio de 2010), já se realizaram mais de 277 casamentos. De facto, segundo o Ministério da Justiça, até 31 de Dezembro foram celebrados 256 matrimónios em território nacional e 21 em consulados de Portugal no estrangeiro.

O primeiro casamento homossexual na política portuguesa aconteceu no final de Janeiro de 2011, sendo o
Primeiro político a casar-se do PSD - Jorge Nuno de Sá.

De acordo com os jornais
CM e DN de hoje, segue-se agora o primeiro casamento lésbico na GNR. A Capitã Patrícia Almeida, comandante do destacamento de Santarém e a cabo Teresa Carvalho vão casar-se no próximo sábado. O Correio da Manhã conta a história deste que é o primeiro casamento gay na história da GNR e “a primeira união lésbica conhecida entre militares no Mundo”.

Pouco a pouco, as barreiras e os preconceitos vão sendo derrubados...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ser mulher é... (Por Elza Pais, Secretária de Estado)


Em 2010, foram mortas 43 mulheres, em Portugal, vítimas de violência doméstica!

Número preocupante!

De acordo com Ana Cristina Pereira (na edição do Jornal Público de hoje), 2010 foi o segundo pior ano desde que, em 2004, a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) começou a recolher notícias. Pior só em 2006, onde foram contabilizadas 46 vítimas mortais!

O mesmo jornal recorda as mulheres mortas pelos companheiros no ano passado e revela os seus nomes (espelhados nesta imagem), o que é, na minha opinião, uma boa acção. Mas julgo que esta seria ainda mais completa se revelasse também os nomes dos assassinos!


Pode encontrar a notícia completa
AQUI

No entanto, o seguinte parágrafo, revela bem o trabalho que ainda há a fazer:

"Logo em Janeiro do ano passado, Luísa Travanca foi morta pelo ex-companheiro à frente dos filhos dela - dois rapazes de 13 anos e um de 16. Contou um familiar: "A Luísa terminou a relação há dois ou três meses e desde então ele não a largava. Bateu-lhe uma vez e ela fez queixa à polícia, mas de nada serviu. Tentou abalroar o carro dela e não houve consequências."

Por que é que nada foi feito?!
Por que é que não houve consequências?!



É imperativo acabar com esta violência!


domingo, 6 de fevereiro de 2011

Dia da Tolerância Zero para a Mutilação Genital Feminina

Hoje, dia 6 de Fevereiro, é o Dia Internacional pelo Fim da Mutilação Genital Feminina!



É imperativo salientar o longo caminho que que ainda há a percorrer para salvaguardar, efectivamente, os direitos das mulheres!


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Música de intervenção do grupo Deolinda (vídeo e a letra)



Deolinda - Parva que sou

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!

Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Hoje vou contar uma história real!

Estou chocada...e talvez não o devesse estar face à realidade do código de trabalho vigente...mas estou e vou continuar a estar! Hoje vou contar uma história real! Uma das muitas histórias reais do nosso País.

Tenho uma amiga que trabalhava como técnica de farmácia numa das muitas farmácias da cidade de Lisboa. Até agora nada de estranho! Está casada há algum tempo, e ela e o marido (que está empregado na 4ª melhor empresa portuguesa para se trabalhar) decidiram ter um bebé...ela engravidou em Fevereiro. Refiro que ela trabalha há cerca de 2 anos a recibos verdes, com contratos de 6 meses automaticamente renováveis. Normal! (ou não,já não sei...). A partir daqui é que a porca torce o rabo! O seu contrato de 6 meses renovável terminaria no final de Junho (2010). A minha amiga achou que, por uma questão de princípio, devia falar com a entidade patronal avisando desta sua nova condição (a cerca de um mês de acabar o seu contrato, e com 3 meses de gravidez)...reagiram bem, dando-lhe os parabéns...ainda bem...pois..ainda mal...no dia seguinte, e por telefone...sim disse bem...por telefone...avisaram que ela devia era investir no seu filho, e que para ela era muito bom ficar em casa a tratar dele, e que...não lhe iriam renovar o contrato...afinal... Dah!!! Ora agora é que é de uma pessoa ficar algo esquizofrénica...então ontem estava tudo bem...e hoje é melhor ela ficar em casa a tratar do filho?!?!... Mas é para o bem da mãe e do filho...que simpáticos os patrões...ou ex-patrões deverei dizer...HIPOCRISIA é como se chama...A noite que é muitas vezes boa conselheira, deve ter acordado com os pés de fora, recordando aos patrões que uma mulher grávida é uma chatice para o estabelecimento. Recordo que o patrão tem uma filha a trabalhar como farmacêutica neste estabelecimento...nem sei bem se ela deverá ou não engravidar...

Na realidade, e infelizmente, nada há a fazer nestes casos...NADA!!! Contudo, se a minha amiga em vez de ser a mulher fosse o marido, a não renovação do contrato não aconteceria pelo simples facto de ele "estar grávido"...Assim, só posso concluir que, a diferença não está na competência, na qualidade do serviço, na mais valia de um funcionário para uma empresa...mas sim no facto de, a pessoa "grávida" tem uma vagina ou um pénis... Será que a paridade nestes casos só vingará quando um homem também conseguir ficar "grávido"....literalmente?!

Para mais informação, o bebé nasceu saudável e feliz... : ) ...e é lindo!!!!!!!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Podemos melhorar o Mundo?

























São os objectivos do milénio da ONU, que pode ver nos 8 quadrados a seguir.


Faltam 5 anos e um longo caminho a percorrer.
Vamos ajudar a cumprir esta promessa.
Indigne-se e actue!



Erradicar a Pobreza Extrema

Assegurar a educação universal

Promover a igualdade de género

Reduzir a mortalidade infantil

Melhorar a saúde materna

Combater o VIH/SIDA e outras doenças

Assegurar a sustentabilidade ambiental

Parceria global para o desenvolvimento


EU JÁ CLIQUEI NA MINHA CAUSA - Promover a igualdade de género.
CLIQUE TAMBÉM NA SUA CAUSA!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Assine a petição e divulgue-a: é uma questão de direitos humanos !


Millicent Gaika foi amarrada e violada durante cinco horas por um homem que queria "curá-la" do lesbianismo com uma "violação corretiva".

O que fez a justiça?
NADA!

Como refere Paula Cosme Pinto no Expresso - Lésbicas "curadas" com "violações corretivas" (com vídeo) -, nós "nunca temos a certeza absoluta se estas petições online chegarão a bom porto, mas perder 30 segundos e assinar o documento no site a Avaaz.org também não custa. Quem sabe se poderemos ajudar um dia a salvar uma vida"!


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Urgente: São chamadas mais mulheres competentes às urgências da política portuguesa para curar o sistema que se encontra em estado de doença avançado!

As eleições de ontem tiveram uma abstenção recorde em presidenciais (cerca de 53%). Os votos brancos e nulos também atingiram pico histórico. É agora muito importante reflectirmos sobre este resultado.

Na minha opinião, esta é a prova mais do que provada do descontentamento dos/as portugueses quer relativamente à situação social do país, quer ao sistema político actual.

De facto, é verdade que o desinteress
e da sociedade tem vindo a aumentar desde o 25 de Abril, provado neste acto cívico tão simples de realizar (ex: ou é porque está muito frio, ou é porque está calor e foi à praia...ou é porque não gosta de política, ou porque é indiferente, ou, simplesmente, porque foi atacado/a por uma súbita preguiça!).

Mas, por outro lado, também é verdade que o sistema o tem vindo a provocar: move cada vez menos as pessoas, porque é cada vez menos credível. Como refere Manuel Meirinho, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, no Jornal Público de ontem, “o sistema está doente”.
Há, então, que agir, apostando numa maior participação política das pessoas, porque sem esta não há democracia plena, mas uma democracia doente!

Há, por um lado, que apostar na educação e na sensibilização, como sugere Carlos Jalali no mesmo jornal, porque votar é um direito cívico, mas também é um dever.

É necessário, por outro lado, que o sistema político aposte em mais “sangue novo” e em ideias inovadoras. É preciso mais gente pró-activa, optimista e com algum carisma, para que consiga mobilizar o país. Neste momento, estamos mergulhados/as num país cinzento, encolhidinho e a tremer de medo.
Pior, essa mensagem também veio de cima! Não é disso que o país precisa neste momento para conseguir dar a volta!
Aparentemente, as pessoas consideram que, nos períodos mais conturbados, as Mulheres são solução para a crise. Por isso, há que aproveitar este “espírito”: está na hora de as mulheres deste país se mobilizarem. Está mais do que na hora de lutarem/lutarmos pela igualdade de género e uma cidadania política efectivamente paritária.

Ao contrário daquilo que, muitas vezes, é afirmado, "Na política, as mulheres são capazes!"


A política e a sociedade portuguesa só têm a melhorar com a presença de mais mulheres na política, tanto a nível nacional, como regional ou local. Algumas já estão na política e muitas outras têm andado a tentar, mas a verdade é que não é nada fácil lá chegar…e muito menos permanecer!

Aqui ficam algumas das mulheres políticas que já existem no nosso país:

  1. Ana Catarina Mendonça Mendes
  2. Ana Drago
  3. Ana Gomes
  4. Edite Estrela
  5. Elisa Ferreira
  6. Helena Pinto
  7. Helena Roseta
  8. Heloísa Apolónia
  9. Luísa Mesquita
  10. Ilda Figueiredo
  11. Joana Amaral Dias
  12. Leonor Beleza
  13. Maria de Belém Roseira
  14. Maria José Nogueira Pinto
  15. Mariana Aiveca
  16. Marisa Matias
  17. Odete Santos
  18. Sónia fertuzinhos
  19. Teresa de Vasconcelos Caeiro
  20. Zita Seabra
...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

“Si no votas, cállate!”

No próximo domingo são as eleições presidenciais. Vivemos numa democracia e todos/as nós vamos poder livremente exercer o direito de voto.
É sempre importante recordar que as mulheres têm sido “cidadãs de segunda”.

No início do século XX eram poucas as mulheres que podiam votar a nível mundial e ainda menos as que podiam ser eleitas (Hause, 2004). De facto, as mulheres foram literalmente excluídas da cidadania em razão do seu sexo, no início das democracias modernas, vivendo uma “cidadania parcial” (Voet, 1998).


Em Portugal, o direito de voto só foi concedido às mulheres em 1931, sendo, no entanto, estabelecido que apenas as mulheres com mais de 20 anos, diplomadas com cursos superiores ou secundários, tinham o direito de voto, caso contrário, só poderiam votar se exercessem funções de chefe de família. Já no caso dos homens, bastava que estes soubessem ler e escrever.

[ NOTA - Carolina Beatriz Ângelo foi a 1ª mulher a exercer o direito de voto, em 1911, numa altura em que este era apenas reconhecido aos cidadãos portugueses com mais de 21 anos, que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família. Invocando a sua qualidade de chefe de família, visto que era viúva e mãe, esta feminista envolveu-se numa batalha jurídica, conseguiu que o tribunal lhe reconhecesse o direito a votar. No ano seguinte, a lei foi alterada, sendo salientado que só os chefes de família do sexo masculino poderiam votar (Esteves, 2005).]

Esta restrição deixou de ser tão apertada em 1946, sendo alargada a capacidade eleitoral às mulheres casadas que soubessem ler e escrever português e que pagassem contribuição predial, não inferior a 200 escudos, por bens próprios ou comuns (Maurício, 2005).

Em 1968, a nomeação de Marcello Caetano para chefe do governo permitiu que fossem introduzidas algumas reformas um pouco mais favoráveis às mulheres. Acabou com a desigualdade formal entre homens e mulheres, atribuindo-lhes os mesmos direitos políticos, qualquer que fosse o seu estado civil. Mas esta lei, segundo Maurício (2005), continha ainda algumas restrições, uma vez que nas juntas de freguesia continuavam a ser eleitores apenas os “chefes de família”.

Na realidade, só em 1974 com a instauração da democracia, foram abolidas todas as restrições baseadas no sexo quanto à capacidade eleitoral da/os cidadã/os e a igualdade consagrada na Constituição, aprovada em 1976. Nesta altura, foi dado um grande passo no sentido da igualdade de género... e ficamos um pouco mais próximos/as da democracia plena.



Por isso, no próximo domingo exerçamos esse direito e votemos (e sem medo), pois trata-se do nosso futuro. Caso contrário, depois também não temos legitimidade para nos queixarmos, certo?! Como vi um dia num cartaz do país vizinho:


Si no votas, cállate!”

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Homenagem a Geraldine Doyle, ícone das mulheres trabalhadoras da II Guerra Mundial


De acordo com a Visão da semana passada, Geraldine Doyle morreu no dia 26 de Novembro de 2010, com 86 anos.

Geraldine, ex-modelo americana, foi a figura inspiradora deste célebre cartaz que mostrava “Rosie, a rebitadora”, uma operária de uma fábrica de Michigan que chamava as mulheres ao trabalho nas fábricas durante a II Guerra Mundial.

Esta mensagem tornou-se um ícone do movimento feminista nos EUA durante anos.

Sugestão de leitura

O livro “Novas Cartas Portuguesas” das chamadas “Três Marias” (Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa), publicado pela 1ª vez em 1972, foi meritoriamente reeditado pela Dom Quixote em Novembro passado, ou seja, quase 40 anos depois.

Na altura, o Estado Novo considerou-o "pornográfico e atentatório da moral pública", sendo retirado das livrarias e destruído!


A presente edição foi anotada e organizada por Ana Luísa Amaral, poetisa e professora universitária, que chefiou uma equipa de várias pessoas.
Contém dois textos introdutórios, recuperados de Maria de Lourdes Pintasilgo: um pré-prefácio e um prefácio.

Salienta, nomeadamente, as injustiças e as discriminações a que as mulheres estavam sujeitas na altura. E se “os desafios que hoje enfrenta a condição feminina são substancialmente diferentes dos que se apresentavam há quase 40 anos, nem por isso deve ser menorizada a sua importância”, como refere logo na Introdução Ana Luísa Amaral.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Questões LGBT - Call for papers

A revista PSICOLOGIA, editada pela Associação Portuguesa de Psicologia, encontra-se a preparar um Número Especial Internacional, com artigos dedicados ao tema “Saúde e Bem-estar individual, familiar e social de pessoas LGBT”, sendo organizado por: Carla Moleiro, Henrique Pereira & Nuno Pinto.

É encorajada a submissão de artigos centrados em tópicos relacionados com a área abrangente de estudos LGBT em Psicologia.
Embora muita literatura exista na psicologia sobre questões LGBT, esta tem permanecido relativamente invisível e fora da acessibilidade aos profissionais. O bem-estar individual, familiar e social de pessoas LGBT, bem como o desenvolvimento de práticas de saúde sensíveis à diversidade sexual, têm estado na base de estudos recentes, em paralelo à crescente visibilidade das pessoas LGBT e das suas famílias em todo o mundo. O presente volume pretende contribuir para a disseminação de trabalhos científicos desenvolvidos neste domínio, em particular:

Bem-estar e resiliência em pessoas LGBT
• Pessoas LGBT e o ciclo de vida: adolescência, vida adulta, famílias e idade avançada
• Disparidades nos cuidados de saúde para pessoas LGBT
• Estratégias para melhorar a saúde sexual de pessoas LGBT
• Explorar comportamentos/percepções/crenças de saúde em pessoas LGBT
• Instrumentos de medida de Identidade de Género/Orientação sexual e investigação LGBT

Poderão ser incluídos neste número especial da revista PSICOLOGIA diferentes

contribuições sobre tópicos relacionados com esta área de investigação. Serão bem-vindas
investigações empíricas, revisões da literatura ou apresentação de artigos teóricos
originais, devendo, em qualquer dos casos, seguir as normas para a apresentação de
trabalhos originais da Revista PSICOLOGIA, que se baseia nas normas da APA (American
Psychological Association, Publication Manual, 5ª ed., Washington, DC), e não exceder as
30 páginas (incluindo referências) com espaçamento duplo entre as linhas.
Para informação
mais detalhada, consultar as normas para publicação em
http://www.appsicologia.org/revista/normas.htm.

Os manuscritos poderão ser submetidos em língua Portuguesa ou Inglesa, para
carla.moleiro@iscte.pt.
A submissão dos manuscritos para este número especial termina a 31 de Janeiro de 2011.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Obra publicada pela CITE sobre as des/igualdades de género no trabalho e no emprego!

Já se encontra disponível o livro da CITE intitulado “A IGUALDADE DE MULHERES E HOMENS NO TRABALHO E NO EMPREGO EM PORTUGAL - Políticas e Circunstâncias”.

O livro está disponível para leitura aqui.

Uma eleição histórica!

A recente eleição da Senhora Presidenta do Brasil, Dilma Russeff, vale mais do que 1.0000.000 palavras, em termos de promoção da igualdade de género.

No seu discurso de tomada de posse, Dilma Rousseff prometeu, nomeadamente, “honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos”.

Força Senhora Presidenta, porque o mundo está de olhos postos em si!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

UM EXCELENTE 2011!

Tenho estado muito ausente nesta época de festas e de gripes...mas, embora atrasada, não posso deixar de vos/nos desejar a todos/as um EXCELENTE 2011. Que o novo ano nos traga mais igualdade, mais paz, mais amor e mais respeito...