quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Lançamento do Livro "O que é Feminismo" - dia 02 de outubro, 19h30, no ISCTE-IUL, Edifício II, 2º Piso, Auditório B203.

Caras/os,
É já amanhã o grande dia!
Apareçam, são todas/os muito bem-vindas/os!
Vejam mais informações e aceitem o meu convite no facebook aqui:
Lançamento do Livro sobre "O que é Feminismo?”







Até lá! 


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Lançamento do Livro "O que é Feminismo?”


Tenho o prazer de vos convidar para a sessão de apresentação de um livro sobre "O QUE É FEMINISMO?” da coleção "Cadernos de Ciências Sociais" da Escolar Editora, para o qual colaborei como coautora.

A Sessão terá lugar no dia 02 de outubro, pelas 19:30h, no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Edifício II, Auditório B203.

A apresentação do livro será realizada por Manuela Tavares, investigadora do Centro Interdisciplinar de Estudos de género (CIEG) e fundadora da organização feminista UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta.


A Coleção Cadernos de Ciências Sociais pretende dar respostas a perguntas simples sobre temas complexos da vida social, com textos combinando simplicidade e e rigor de autoras/es de vários quadrantes do imenso mundo falante de português.

O livro “O QUE É FEMINISMO?” conta com a colaboração de quatro autoras que, para além do Professor Carlos Serra, (do Centro de Estudos Africanos, Universidade Eduardo Mondlane Maputo/Moçambique) que dirige toda a coleção, procuram, de alguma forma, responder a esta questão de partida:

- Patrícia Gomes, da Guiné-Bissau, é doutorada em História e Instituições de África, tem-se centrado na condição das mulheres, das mulheres na política, e nas relações de género na África de língua oficial portuguesa.

- Débora Diniz, do Brasil, é doutorada, antropóloga, professora da Universidade de Brasília e da Fiocruz (Instituto Oswaldo Cruz) e investiga a organização feminista e os direitos humanos.
 - Maria Helena Santos, de Portugal, doutorada, Psicóloga Social, investigadora de pós-doutoramento no Centro de Investigação e Intervenção Social do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), tem-se centrado particularmente nos estudos de género e política e as medidas de ação positiva.
 - Rosália Diogo, do Brasil, é licenciada em jornalismo e doutorada em Letras/Literatura, pós-doutoranda pela Universidade de Barcelona e professora em diversas organizações do brasil.

CONTO COM A VOSSA PRESENÇA!

OBRIGADA!

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Mulheres à política



A poucos meses das eleições legislativas em Portugal, a P&D Factor - Cooperação sobre População e Desenvolvimento postou ontem uma entrevista que a excelente jornalista, Célia Rosa, me fez na Primavera sobre as Mulheres na política.


Para quem tem interesse, basta clicar em Mulheres na política e terá acesso à entrevista completa!


sábado, 25 de abril de 2015

25 de Abril sempre, fascismo nunca mais!



Hoje rompemos medos na Avenida da Liberdade, em Lisboa!
Somos feministas, não abrimos mão, 
da liberdade e da revolução! 

25 de Abril sempre, fascismo nunca mais! 




                     

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Sessão na Universidade Feminista: LUTAS DE MULHERES DENTRO E FORA DO PARLAMENTO


Na próxima 6ª-feira (dia 10 de abril) vou ter a honra de ouvir e conversar sobre as lutas de mulheres dentro e fora do parlamento com quatro grandes mulheres da política portuguesa na Universidade Feminista: Isabel do Carmo, Helena Roseta, Isabel Moreira e Mariana Mortágua.
 
A sessão inicia-se às 18h, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), em Alcântara. Rua da Cozinha Económica, Bloco D - Espaços 30M e 30N, 1300-149 Lisboa.
Inscrevam-se (E-mail: universidadefeminista@gmail.com) e apareçam, porque vai, certamente, valer a pena!



quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Estudo Sobre Violência nas Relações de Intimidade LGBT



Está em curso no CIS-IUL (do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa em colaboração com a CIG) um projeto de investigação sobre violência de género e violência doméstica direcionada a pessoas lésbicas, gays, bissexuais ou transgénero (LGBT), no qual estou a participar. 

Estão a ser realizadas entrevistas individuais de carácter confidencial a pessoas LGBT que tenham tido experiências de violência em qualquer relação de intimidade. O conceito de violência é aqui entendido de forma abrangente, incluindo não só experiências de agressão física mas também ameaças, insultos, ou coação – ou qualquer outra experiência sentida pela própria pessoa como violenta.   

Se estiver interessado/a em colaborar com o estudo, ou simplesmente pretender obter mais informações, não hesite em entrar em contacto, até dia 23 de janeiro de 2015, através do seguinte endereço de e-mail: estudo.lgbt.cis@gmail.com

A equipa do projeto
Carla Moleiro (coordenadora), João Manuel de Oliveira, Maria Helena Santos, Nuno Pinto e Jenny Vicente.

PARTICIPEM! 
QUEREMOS OUVIR A VOSSA VOZ!
 


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Programa Sociedade Civil - A Violência doméstica - 25/11/2014



Para quem, como eu, não viu o programa "Sociedade Civil" ontem, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres - aqui fica:
 Programa Sociedade Civil - Violência Doméstica 

O programa aborda a questão da violência doméstica e de género e conta com a participação de Ana Sofia Neves (Professora e investigadora no Instituto Universitário da maia - ISMAI), Ilda Afonso (da UMAR, Centro de atendimento de mulheres vítimas de violência), João Nascimento (Tenente Coronel da GNR) e de Margarida Medina Martins (Ass. de Mulheres Contra a Violência), assim como outros testemunhos, através de várias peças. 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres - 25 de novembro, 2014


A partir de hoje, quem passar na Av. das Forças Armadas, em Lisboa, vai ver a triste realidade portuguesa, no que diz respeito à violência face às mulheres, porque é preciso dar visibilidade a este enorme problema social!



Hoje, dia 25 de Novembro, assinala-se o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. O movimento feminista Rede 8 de Março*, a que pertenço, organizou uma ação pública reivindicando o fim da violência machista que todos os dias assedia e violenta de variadas formas as mulheres que vivem neste país e por todo o mundo.

Com o apoio da Galeria de Arte Urbana, do Departamento de Património Cultural da Câmara Municipal de Lisboa, pintámmos um mural político na Avenida das Forças Armadas, em Lisboa, do lado oposto ao ISCTE-IUL, para que a exigência do fim da violência contra as mulheres fique gravada nas paredes da cidade, recordando que se trata de um problema que afeta todas as pessoas a quem cabe a responsabilidade de agir.

A violência instalada na sociedade atual, ainda tão marcada pelo sexismo e pela desigualdade de género, é também responsável, todos os anos, pelo assassinato de dezenas de mulheres pelos seus maridos, ex-maridos, companheiros e ex-companheiros.

A violência doméstica em Portugal é sobretudo uma violência de género, rodeada de um silêncio ensurdecedor.

Este ano foram já assassinadas 32 mulheres, na sua maioria, de forma brutal. Mães, filhas, avós, cuja morte, noticiada nos telejornais, chocou muita gente e provocou muitos comentários de indignação. Porém, também houve aplausos para os agressores e assassinos à porta dos tribunais, algo que apenas revela o quão doente de crueldade e machismo está esta sociedade portuguesa.

Precisamos de medidas rápidas e eficazes para mudar esta realidade. Precisamos de polícias e juízes com formação adequada, meios e apoios para proteger as mulheres vítimas de violência, as famílias despedaçadas e as crianças e jovens que ficam órfã/os, e também de uma nova campanha pública nacional de sensibilização e de chamada à responsabilidade, convocando cada cidadã/o deste país a não ser cúmplice ou culpada/o de violência contra as mulheres.
Neste momento, a todo o momento, nem imaginamos as mulheres que estão a ser violentadas. Desde as que são assediadas na rua constantemente, às que são batidas pelos seus maridos e namorados, às que são perseguidas pelo patrão, às que são discriminadas, porque não seguem os padrões identitários ou sexuais dominantes, ou porque são pobres, ou trabalhadoras precárias, ou imigrantes, ou trabalhadoras do sexo, milhares de mulheres estão em risco e vivem numa condição cidadã inferior, porque a sua liberdade e dignidade lhes é negada.


Chega de violência machista!


 

*A
Rede 8 de Março junta diversas associações feministas, antirracistas, de defesa de direitos das pessoas LGBT e das/os imigrantes e de combate à precariedade. Reúne muitas pessoas singulares e também vários movimentos sociais e coletivos, como a UMAR, SOS Racismo, ComuniDária, Precári@s Inflexíveis, Panteras Rosa, Clube Safo, ILGA e GRIT.

No site - http://rede8marco.wordpress.com/ - encontrará o registo de um longo percurso de intervenção feminista. Ora vejam!

domingo, 16 de novembro de 2014

CONVITE - Debate e Exposição “Marias – Por Todas as Meninas e Mulheres


A P&D Factor, com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais no âmbito da  Campanha Continuamos à Espera, convidou-me para participar na Mesa-Redonda que antecede a Inauguração da Exposição “Marias – Por Todas as Meninas e Mulheres”, no dia 21 de Novembro às 16h no Centro Cultural de Cascais.

A moderação do debate estará a cargo de Alice Frade, da P&D Factor - Cooperação sobre População e Desenvolvimento e conta com a  participação de:
  • Catarina Furtado, Embaixadora de Boa Vontade do UNFPA e Presidente da CCC 
  • Célia Rosa, Jornalista
  • Joana Miranda, Professora Universitária, Universidade Aberta
  • Maria Helena Santos, Centro de Investigação e Intervenção Social do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa (CIS-IUL)  
  • Paula Barros, Camões, IP

A Exposição "Marias -  Por todas as Meninas e Mulheres"  reúne o trabalho de 13 ilustrador@s e artistas plástic@s (ver na imagem) e visa promover iniciativas ligadas às temáticas de educação para o desenvolvimento e cidadania global.
A seguir, deixamos o convite para a inauguração da exposição que ocorre às 18 horas no mesmo local. 

Apareçam!