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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia

A Escola de Psicologia da Universidade do Minho irá acolher o VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia, a realizar em Braga de 4 a 6 de Fevereiro, com o apoio da Associação Portuguesa de Psicologia (APP). http://www.viisimposioinvestigacao.com/

No site já está o PROGRAMA CIENTÍFICO, assim como o LIVRO DE RESUMOS.

Como poderão ver, no site, há muito boas razões para se deslocarem a Braga e também participarem no Simpósio.

Destaco as mesas que aqui mais nos interessam por tratarem dos estudos de género e feministas. Há 5 mesas organizadas pel@s colegas Nuno Santos Carneiro, João Manuel de Oliveira e Sofia Neves:

- Psicologia crítica e pensamento LGBT/queer,

- Género e masculinidades,

- Psicologia feminista I ( na qual também participarei),

- Psicologia feminista II,

- Psicologia crítica, feminismos (queer),

Saliento, ainda, outra mesa, também sobre a área do género, organizada pelas colegas Carla Cerqueira e Rosa Cabecinhas:

- Representações de género nos media

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A urgência de termos um Centro de Cultura e Intervenção Feminista na cidade de Lisboa

Car@s Amig@s,

Já aqui falámos da petição online: "Por um Centro de Cultura e Intervenção Feminista na cidade de Lisboa", mas realmente, como mostra a foto aqui ao lado, a situação da UMAR é bastante urgente e nunca é demais divulgar esta iniciativa!

Pff, subscrevam a petição e divulguem-na pelos vossos contactos:

http://www.peticaopublica.com/?pi=UMAR

Muito obrigada

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Obra de arte para recordar o que foi feito e o que ainda há por fazer!

De acordo com o Jornal Público, apesar da chuva que caía intensamente hoje à hora do almoço, ainda se reuniram cerca de 40 pessoas feministas no alto do Parque Eduardo VII, para assinalar os 35 anos da manifestação feminista então convocada pelo Movimento de Libertação das Mulheres (MLM).

Naquela altura, no panfleto que distribuiu para convocar a concentração, o MLM afirmava querer “denunciar publicamente as várias formas de que se reveste a opressão da mulher em Portugal”, queimando, numa fogueira, objectos que simbolizassem essa subjugação. Uma noiva queimaria a flor de laranjeira, a dona de casa queimaria o avental e uma vamp queimaria o biquíni.

Contudo, como revelou ao Público Maria Teresa Horta (também presente na acção), o que acabou por se acender foram os ânimos de 2.000 homens que ali se deslocaram, insultando e agredindo as activistas, com pontapés, empurrões, bofetadas e apalpões, etc.. acabando por ser obrigadas a fugir, algumas delas com filh@s pelas mãos.

É inegável, que, desde essa altura, são enormes as mudanças registadas no sentido da igualdade de género. Umas das diferenças que se verificam entre as duas acções é bastante reveladora disso, que é o facto desta última já ter sido apoiada por alguns homens. São, na sua maioria, activistas de movimentos pela igualdade de direitos, como é o caso do antropólogo e deputado Miguel Vale de Almeida.

A UMAR pretende agora instalar uma obra de arte que marque o local, como uma referência do movimento feminista português, dando, assim, a visibilidade merecida à acção destas mulheres que lutaram pela igualdade.

Nunca é demais referir que ser feminista não é o oposto de ser sexista, ser feminista é lutar por uma sociedade mais igualitária, mais justa para todos e todas. O feminismo nunca matou ninguém, o sexismo mata todos os dias! Os vários comentários à notícia do Público mostram bem o enorme trabalho que ainda há a fazer.
Ver notícia aqui:

http://www.publico.clix.pt/Pol%C3%ADtica/feministas-querem-obra-de-arte-no-parque-eduardo-vii-para-recordar-manifestacao_1417677