Há 4 anos
quarta-feira, 30 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
A primeira mulher a chefiar o Governo na Austrália!

De acordo com a Lusa (24 Junho), a Austrália passou hoje a ter, pela primeira vez, uma mulher na chefia do Governo, com a posse de Julia Gillard, que substituiu Kevin Rudd no cargo e na liderança do Partido Trabalhista.
Julia Gillard tem 48 anos, é natural de Gales, no Reino Unido, e licenciada em Direito. É oriunda de uma família que partiu para a Austrália quando a nova primeira-ministra tinha apenas quatro anos. É solteira, sem filhos e mantém uma relação com Tim Mathieson, um cabeleireiro.
A Sra primeira-ministra declarou ter grande admiração pelas mulheres que têm filhos, admitindo que ela própria não pôde enveredar por uma carreira política e cuidar de uma família...
De facto, como dizia hoje Manuel Lisboa (http://aeiou.expresso.pt//um-executivo-dedicado-ao-feminino=f589696), "o feminino tem sido o mais penalizado". É urgente "igualar ao nível do género..."!
Julia Gillard tem 48 anos, é natural de Gales, no Reino Unido, e licenciada em Direito. É oriunda de uma família que partiu para a Austrália quando a nova primeira-ministra tinha apenas quatro anos. É solteira, sem filhos e mantém uma relação com Tim Mathieson, um cabeleireiro.
A Sra primeira-ministra declarou ter grande admiração pelas mulheres que têm filhos, admitindo que ela própria não pôde enveredar por uma carreira política e cuidar de uma família...
De facto, como dizia hoje Manuel Lisboa (http://aeiou.expresso.pt//um-executivo-dedicado-ao-feminino=f589696), "o feminino tem sido o mais penalizado". É urgente "igualar ao nível do género..."!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Eleições na Eslováquia

A primeira mulher a conseguir penetrar nas altas esferas da política centro-europeia, Iveta Radičová, líder do partido de centro-esquerda SDKU, será a nova primeira ministra da Eslováquia.
Não venceu as eleições do último fim de semana, mas os partidos de direita e centro conquistaram a maioria dos votos e vão formar uma coligação maioritária.
Iveta Radičová tem 53 anos, é diplomada em Oxford e é professora de sociologia. Foi candidata à Presidência nas eleições de 2009, vencida pelo actual presidente, Ivan Gasparovic. Foi ministra do Trabalho e Assuntos Sociais em 2005-2006 e eleita deputada democrata-cristã em 2006.
Não venceu as eleições do último fim de semana, mas os partidos de direita e centro conquistaram a maioria dos votos e vão formar uma coligação maioritária.
Iveta Radičová tem 53 anos, é diplomada em Oxford e é professora de sociologia. Foi candidata à Presidência nas eleições de 2009, vencida pelo actual presidente, Ivan Gasparovic. Foi ministra do Trabalho e Assuntos Sociais em 2005-2006 e eleita deputada democrata-cristã em 2006.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Seminário Internacional “ Desafiar a indiferença: género, igualdade e inclusão social”
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Lançamento do livro - "Cometi um Crime? Representações sobre a (i)legalidade do aborto"

A apresentação pública do livro "Cometi um Crime? Representações sobre a (i)legalidade do aborto", de Boaventura de Sousa Santos, Ana Cristina Santos, Madalena Duarte, Carlos Barradas, Magda Alves, é já na próxima segunda-feira (14 de Junho de 2010), na FNAC do Chiado, em Lisboa, pelas 18:30 horas.
Apresentação de Manuela Tavares (investigadora em estudos sobre as mulheres) e Duarte Vilar (director executivo da Associação para o Planeamento da Família).
Apareçam!
Apresentação de Manuela Tavares (investigadora em estudos sobre as mulheres) e Duarte Vilar (director executivo da Associação para o Planeamento da Família).
Apareçam!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Será que os homens estão tristes porque a era deles está a chegar ao fim?!

A consultora - umas das pensadoras consideradas mais influentes do novo feminismo no mercado de trabalho - salienta que as mulheres dominam nas universidades (60%), mas são ainda caso raro na liderança de governos e organizações - menos de 20%.
Diz que defender, hoje, o acesso das mulheres à liderança não é uma questão de direitos, mas de boa gestão pública e privada. A mudança já está em curso e os homens não têm nada que temer - "o fim do monopólio dos homens sobre a liderança na gestão vai libertá-los da camisa-de-forças da responsabilidade", ironiza.
Mas, a verdade e que a era deles ainda não está a chegar ao fim. "Acho que o medo pode chegar, mas por enquanto estamos numa total falta de consciencialização sobre o problema. Não têm medo porque não pensaram neste assunto dois minutos sequer nas suas carreiras".
Veja a totalidade da notícia aqui:
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