Mostrar mensagens com a etiqueta mulheres. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mulheres. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Fotos muito violentas, sim, mas não pudemos fechar os olhos!


Vídeo tirado daqui: http://www.authorstream.com/Presentation/shoshanavida-314553-Musulmanes-Respect-de-la-femme-et-islam-Entertainment-ppt-powerpoint/

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Prémio máximo do World Press Photo revela a participação activa das mulheres na história!


Embora um pouco atrasada, quero deixar aqui a foto, tirada pelo fotógrafo italiano, Pietro Masturzo, que venceu o prémio máximo do World Press Photo. O freelancer venceu o prémio com a imagem de algumas mulheres, captada durante os protestos originados pela reeleição do presidente iraniano.

O júri do World Press Photo justificou o prémio dizendo que, para além de esta imagem “ser bela, capta a tensão e a emoção do momento em que os protestos começaram a intensificar-se”.

Esta foto mostra o começo de algo, o começo de uma grande história... e a prova da participação activa das mulheres nela!

Músicas em torno das questões de género VII

Aqui fica mais uma bela música sugerida pela Rosa Monteiro LA NIÑA DE FUEGO”, com Buika. Obrigada Rosa ;o)

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Boas ou más notícias para a sociedade?!

Catarina Madeira escreve no Económico Digital (03/02/10 00:05h) que o “Parlamento tem mais mulheres agora que depois das eleições”.

De facto, como já aqui disse, no dia 27 de Setembro de 2009 foram eleitas 59 deputadas para a Assembleia da República. Actualmente, após a reformulação do Governo, têm assento no plenário 66 mulheres.

Contudo, esta aparente “boa notícia esconde uma realidade sombria” (...) uma verdade ainda pouco igualitária”, ou seja, as mulheres sobem nas listas de deputados para substituir os homens que saíram para cargos de direcção na Administração Pública”.

Como também já disse, a Lei da Paridade, que obriga os partidos a respeitarem uma quota mínima de 1/3 de cada um dos sexos nas listas eleitorais, foi implementada pela primeira vez no ciclo eleitoral de 2009 (nas eleições europeias, legislativas e autárquicas).

Actualmente, o grupo parlamentar do PS está a preparar um projecto-lei que estabelece o mesmo limite mínimo para os cargos dirigentes da Administração Pública. No entanto, Elza Pais já referiu que a percentagem de mulheres nestes cargos já ultrapassa este valor.

Se assim é, que sentido tem este projecto-lei? Devia era procurar estabelecer a verdadeira paridade, ou seja, 50/50!

Notícia tirada daqui: http://economico.sapo.pt/noticias/parlamento-tem-mais-mulheres-agora-que-depois-das-eleicoes_80559.html

sábado, 30 de janeiro de 2010

Medidas de acção positiva para rectificar a sub-representação das mulheres na política activa!

Discriminação positiva para rectificar a baixa representação das mulheres na política activa. A assembleia do Conselho da Europa aprovou ontem uma série de recomendações nesse sentido aos Estados membros.

Inspirados nas propostas da luxemburguesa, Lydie Err, incluem mesmo as quotas nas listas eleitorais para atingir a paridade entre homens e mulheres. A sub-representação das mulheres nos parlamentos é considerada uma ameaça à legitimidade das democracias, à escala mundial.

Em 1975, havia 10,9% de mulheres nos parlamentos a nível mundial. Em 2010, ainda não se passou dos 18%. É um aumento de 7 ponto percentuais em 35 anos.

A este ritmo, a paridade só vai ser atingida daqui a 160 anos, em 2170.

Para a socialista Lydie Err, a quota legal, obrigatória em todas as listas eleitorais, é o único meio efectivo nos sistemas eleitorais proporcionais. “Não pedimos às pessoas para gostarem das quotas, pedimos para as instaurarem para chegar a um resultado necessário. E se tiverem uma ideia melhor do que as quotas, nós aceitamo-la. Só a vontade política permite que respeitemos as quotas. O facto é que não as respeitamos”.

Lydie Err, considera que a lei belga, que prevê uma quantidade progressiva de candidaturas femininas obrigatórias em qualquer eleição é a melhor adaptada, em vista dos resultados . Mas o cúmulo de mandatos é pernicioso, adianta. “As mulheres são tão bem ou melhor formadas que os homens, mas os aparelhos políticos estão bloqueados pelos homens. E como há acumulação de mandatos, têm sempre a tentação de ter mais. A impossibilidade de acumulação é outro elemento que deve possibilitar o acesso das mulheres aos cargos de responsabilidade política”.

A solução passa pelos partidos políticos, são eles que têm a chave para abrir a porta da política às mulheres, afirma a deputada luxemburguesa.

Copyright © 2010 euronews

Notícia tirada daqui: http://pt.euronews.net/2010/01/28/europa-longe-da-paridade-politica/

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Mais mulheres investigadoras, mas continuam a ser poucas a decidir!

De acordo com a Presidente da Associação Portuguesa de Mulheres Cientistas (AMONET), Helena Pereira, o Nº de mulheres a fazer investigação científica em Portugal é cada vez maior, mas continuam a ser poucas as que conseguem aceder aos círculos de poder.

Concordo com Helena Pereira quando refere que “A mulher, na Ciência, tem uma expressão demasiado reduzida face aos benefícios que representa para a sociedade” e que, em Portugal, “a situação é muito particular”. De facto, as mulheres fazem um percurso avançado em investigação, incluindo doutoramentos. Contudo, à medida que sobem na carreira, vão “desaparecendo” dos órgãos com poder de decisão estratégica e financeira.

Por que será que este fenómeno teima em persistir, mesmo quando a questão já não é certamente a qualificação?

Estreia esta semana um filme com potencial

Deixa Chover / Parlez-moi de la Pluie

O filme relata a história de Agathe Villanova, uma escritora feminista com alguma notoriedade, que regressa inesperadamente à sua terra natal.
A sua chegada inspira o jovem Karin, que decide começar uma série de documentários sobre várias "mulheres que venceram". À medida que as entrevistas vão decorrendo, Agathe vai fazendo uma auto-análise que mudará para sempre a sua vida e a de todos os que a rodeiam.


Trata-se de uma comédia semi-amarga onde o político e o pessoal se associam. É realizada por Agnès Jaoui, que, juntamente com Jean-Pierre Bacri e Jamel Debbouze, também é a protagonista.