sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Podemos melhorar o Mundo?
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Assine a petição e divulgue-a: é uma questão de direitos humanos !

O que fez a justiça?
NADA!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Urgente: São chamadas mais mulheres competentes às urgências da política portuguesa para curar o sistema que se encontra em estado de doença avançado!

De facto, é verdade que o desinteresse da sociedade tem vindo a aumentar desde o 25 de Abril, provado neste acto cívico tão simples de realizar (ex: ou é porque está muito frio, ou é porque está calor e foi à praia...ou é porque não gosta de política, ou porque é indiferente, ou, simplesmente, porque foi atacado/a por uma súbita preguiça!).
Mas, por outro lado, também é verdade que o sistema o tem vindo a provocar: move cada vez menos as pessoas, porque é cada vez menos credível. Como refere Manuel Meirinho, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, no Jornal Público de ontem, “o sistema está doente”.
Há, então, que agir, apostando numa maior participação política das pessoas, porque sem esta não há democracia plena, mas uma democracia doente!
É necessário, por outro lado, que o sistema político aposte em mais “sangue novo” e em ideias inovadoras. É preciso mais gente pró-activa, optimista e com algum carisma, para que consiga mobilizar o país. Neste momento, estamos mergulhados/as num país cinzento, encolhidinho e a tremer de medo. Pior, essa mensagem também veio de cima! Não é disso que o país precisa neste momento para conseguir dar a volta!
Aparentemente, as pessoas consideram que, nos períodos mais conturbados, as Mulheres são solução para a crise. Por isso, há que aproveitar este “espírito”: está na hora de as mulheres deste país se mobilizarem. Está mais do que na hora de lutarem/lutarmos pela igualdade de género e uma cidadania política

Ao contrário daquilo que, muitas vezes, é afirmado, "Na política, as mulheres são capazes!"
A política e a sociedade portuguesa só têm a melhorar com a presença de mais mulheres na política, tanto a nível nacional, como regional ou local. Algumas já estão na política e muitas outras têm andado a tentar, mas a verdade é que não é nada fácil lá chegar…e muito menos permanecer!
- Ana Catarina Mendonça Mendes
- Ana Drago
- Ana Gomes
- Edite Estrela
- Elisa Ferreira
- Helena Pinto
- Helena Roseta
- Heloísa Apolónia
- Luísa Mesquita
- Ilda Figueiredo
- Joana Amaral Dias
- Leonor Beleza
- Maria de Belém Roseira
- Maria José Nogueira Pinto
- Mariana Aiveca
- Marisa Matias
- Odete Santos
- Sónia fertuzinhos
- Teresa de Vasconcelos Caeiro
- Zita Seabra
domingo, 23 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
“Si no votas, cállate!”

É sempre importante recordar que as mulheres têm sido “cidadãs de segunda”.
No início do século XX eram poucas as mulheres que podiam votar a nível mundial e ainda menos as que podiam ser eleitas (Hause, 2004). De facto, as mulheres foram literalmente excluídas da cidadania em razão do seu sexo, no início das democracias modernas, vivendo uma “cidadania parcial” (Voet, 1998).
Esta restrição deixou de ser tão apertada em 1946, sendo alargada a capacidade eleitoral às mulheres casadas que soubessem ler e escrever português e que pagassem contribuição predial, não inferior a 200 escudos, por bens próprios ou comuns (Maurício, 2005).

Por isso, no próximo domingo exerçamos esse direito e votemos (e sem medo), pois trata-se do nosso futuro. Caso contrário, depois também não temos legitimidade para nos queixarmos, certo?! Como vi um dia num cartaz do país vizinho:
“Si no votas, cállate!”
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Relatórios de avaliação dos planos Nacionais
A CIG (Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género) tem já disponibilizados no seu site os relatórios de avaliação dos planos Nacionais para a:
- Cidadania e Igualdade de Género
III PNI Sumário Executivo do Estudo de Avaliação Externa final
III PNCVD Sumário Executivo do Estudo de Avaliação Externa_final
I PNCTSH Relatório Interno de Execução_final
Estas avaliações são um importante instrumento de conhecimento das políticas e do modo como estão a ser implementadas.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Homenagem a Geraldine Doyle, ícone das mulheres trabalhadoras da II Guerra Mundial

De acordo com a Visão da semana passada, Geraldine Doyle morreu no dia 26 de Novembro de 2010, com 86 anos.
Geraldine, ex-modelo americana, foi a figura inspiradora deste célebre cartaz que mostrava “Rosie, a rebitadora”, uma operária de uma fábrica de Michigan que chamava as mulheres ao trabalho nas fábricas durante a II Guerra Mundial.
Esta mensagem tornou-se um ícone do movimento feminista nos EUA durante anos.
Sugestão de leitura

Na altura, o Estado Novo considerou-o "pornográfico e atentatório da moral pública", sendo retirado das livrarias e destruído!
A presente edição foi anotada e organizada por Ana Luísa Amaral, poetisa e professora universitária, que chefiou uma equipa de várias pessoas.
Contém dois textos introdutórios, recuperados de Maria de Lourdes Pintasilgo: um pré-prefácio e um prefácio.
Salienta, nomeadamente, as injustiças e as discriminações a que as mulheres estavam sujeitas na altura. E se “os desafios que hoje enfrenta a condição feminina são substancialmente diferentes dos que se apresentavam há quase 40 anos, nem por isso deve ser menorizada a sua importância”, como refere logo na Introdução Ana Luísa Amaral.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Questões LGBT - Call for papers
É encorajada a submissão de artigos centrados em tópicos relacionados com a área abrangente de estudos LGBT em Psicologia.
Embora muita literatura exista na psicologia sobre questões LGBT, esta tem permanecido relativamente invisível e fora da acessibilidade aos profissionais. O bem-estar individual, familiar e social de pessoas LGBT, bem como o desenvolvimento de práticas de saúde sensíveis à diversidade sexual, têm estado na base de estudos recentes, em paralelo à crescente visibilidade das pessoas LGBT e das suas famílias em todo o mundo. O presente volume pretende contribuir para a disseminação de trabalhos científicos desenvolvidos neste domínio, em particular:
• Bem-estar e resiliência em pessoas LGBT
• Pessoas LGBT e o ciclo de vida: adolescência, vida adulta, famílias e idade avançada
• Disparidades nos cuidados de saúde para pessoas LGBT
• Estratégias para melhorar a saúde sexual de pessoas LGBT
• Explorar comportamentos/percepções/crenças de saúde em pessoas LGBT
• Instrumentos de medida de Identidade de Género/Orientação sexual e investigação LGBT
Poderão ser incluídos neste número especial da revista PSICOLOGIA diferentes
contribuições sobre tópicos relacionados com esta área de investigação. Serão bem-vindas
investigações empíricas, revisões da literatura ou apresentação de artigos teóricos
originais, devendo, em qualquer dos casos, seguir as normas para a apresentação de
trabalhos originais da Revista PSICOLOGIA, que se baseia nas normas da APA (American
Psychological Association, Publication Manual, 5ª ed., Washington, DC), e não exceder as
30 páginas (incluindo referências) com espaçamento duplo entre as linhas.
Para informação mais detalhada, consultar as normas para publicação em
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Obra publicada pela CITE sobre as des/igualdades de género no trabalho e no emprego!
Uma eleição histórica!
A recente eleição da Senhora Presidenta do Brasil, Dilma Russeff, vale mais do que 1.0000.000 palavras, em termos de promoção da igualdade de género.
Força Senhora Presidenta, porque o mundo está de olhos postos em si!