Ver a notícia aqui:
domingo, 31 de janeiro de 2010
Lei da Igualdade em 2011!
Ver a notícia aqui:
sábado, 30 de janeiro de 2010
Medidas de acção positiva para rectificar a sub-representação das mulheres na política activa!
Discriminação positiva para rectificar a baixa representação das mulheres na política activa. A assembleia do Conselho da Europa aprovou ontem uma série de recomendações nesse sentido aos Estados membros.
Inspirados nas propostas da luxemburguesa, Lydie Err, incluem mesmo as quotas nas listas eleitorais para atingir a paridade entre homens e mulheres. A sub-representação das mulheres nos parlamentos é considerada uma ameaça à legitimidade das democracias, à escala mundial.
Em 1975, havia 10,9% de mulheres nos parlamentos a nível mundial. Em 2010, ainda não se passou dos 18%. É um aumento de 7 ponto percentuais em 35 anos.
A este ritmo, a paridade só vai ser atingida daqui a 160 anos, em 2170.
Para a socialista Lydie Err, a quota legal, obrigatória em todas as listas eleitorais, é o único meio efectivo nos sistemas eleitorais proporcionais. “Não pedimos às pessoas para gostarem das quotas, pedimos para as instaurarem para chegar a um resultado necessário. E se tiverem uma ideia melhor do que as quotas, nós aceitamo-la. Só a vontade política permite que respeitemos as quotas. O facto é que não as respeitamos”.
Lydie Err, considera que a lei belga, que prevê uma quantidade progressiva de candidaturas femininas obrigatórias em qualquer eleição é a melhor adaptada, em vista dos resultados . Mas o cúmulo de mandatos é pernicioso, adianta. “As mulheres são tão bem ou melhor formadas que os homens, mas os aparelhos políticos estão bloqueados pelos homens. E como há acumulação de mandatos, têm sempre a tentação de ter mais. A impossibilidade de acumulação é outro elemento que deve possibilitar o acesso das mulheres aos cargos de responsabilidade política”.
A solução passa pelos partidos políticos, são eles que têm a chave para abrir a porta da política às mulheres, afirma a deputada luxemburguesa.
Copyright © 2010 euronews
Notícia tirada daqui: http://pt.euronews.net/2010/01/28/europa-longe-da-paridade-politica/
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
A urgência de termos um Centro de Cultura e Intervenção Feminista na cidade de Lisboa

Já aqui falámos da petição online: "Por um Centro de Cultura e Intervenção Feminista na cidade de Lisboa", mas realmente, como mostra a foto aqui ao lado, a situação da UMAR é bastante urgente e nunca é demais divulgar esta iniciativa!
http://www.peticaopublica.com/?pi=UMAR
Muito obrigada
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Feminismo, diferenças de sexo e sufrágio das mulheres
the
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Entre marido e mulher que ninguém meta a colher!?!

Aparentemente, a vítima tinha terminado a relação de 2 anos com ele, há cerca de 2 ou 3 meses e, desde essa altura que o agressor não a largava. Bateu-lhe uma vez e ela fez queixa à polícia, mas de nada serviu! Outra vez, o homem também tentou abalroar o seu carro, mas, mais uma vez, não houve quaisquer consequências para ele. Os seus três filhos viviam em pânico que este aparecesse lá por casa, o que acontecia com frequência. Há 2 dias, apareceu pela última vez e a agressão acabou na morte da Luísa a tiro perante os seus 3 filhos!
Aparentemente, a PSP foi a primeira força policial a chegar ao local, mas o caso está agora a ser investigado pela Polícia Judiciária.
E agora pergunto, por que é que isto aconteceu? Por que é que a polícia não aplica a lei que já existe?! Esta mulher já tinha apresentado queixa! Por que é que só agora, que ela está morta e que os filhos estão traumatizados para o resto da vida, é que a Polícia Judiciária vai investigar o caso?! Por que é que não actuaram quando fez queixa a 1ª vez? A polícia será responsabilizada?
Estas são algumas das razões pelas quais muitas das vítimas nem sequer se dão ao trabalho de fazer queixa... a verdade é que, apesar de a lei ter vindo a melhorar em relação à violência doméstica, na prática ainda vigora a máxima “entre marido e mulher ninguém mete a colher”!
Pois, em situações de violência, seja ela qual for, tem de se meter a colher. Não é pedir demais, é apenas uma questão de justiça!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Quando pensamos que já vimos tudo...!

Hoje, ao longo do dia, fui lendo boas notícias relativamente à igualdade de género que, na minha opinião, ilustram bem que, apesar de lentamente, estamos a caminhar no bom sentido, ou seja, no sentido da igualdade.
Contudo, infelizmente, acabei o dia com o pensamento inverso, ou, pelo menos, com a sensação de que ainda há muito trabalho por fazer na nossa sociedade.
De facto, ao folhear a Visão da última semana de Dezembro de 2009, fiquei a conhecer um novo conceito do mundo da restauração, o bodysushi ou nyotaimori. Em japonês significa apresentação em corpo de mulher, ou seja, consiste na prática de servir sashimi ou sushi no corpo de uma mulher nua.
Nesta altura já se devem estar pensar que esta prática não existe em Portugal, certo?! Ou se existe a mesma prática no corpo de um homem!?
Pois desenganem-se, a prática de servir sashimi ou sushi no corpo de uma mulher nua existe bem no centro de Lisboa, no Origami Sushiaren... a mulher nua está deitada em cima de uma mesa e em cima são colocadas estrategicamente as iguarias que podem ser retiradas pel@s clientes com os hashi (os pauzinhos de madeira) colocados na mesa para isso mesmo. Diz a Visão que o conceito foi bem aceite pel@s convidad@s!
Ai se a moda pega?!
E mais não digo, pois não quero contribuir mais para esta prática que ainda nem consigo classificar! Mas não consigo parar de me questionar sobre o que sentem tanto @s clientes, como as mulheres que serve de travessa.
Será que é desta que haverá quotas para as mulheres no Estado e empresas públicas?!


Será que é desta?!
Ver as notícias aqui
http://www.ionline.pt/conteudo/42934-franca-quer-forcar-empresas-ter-mulheres-no-topo
http://www.ionline.pt/conteudo/43147-estado-e-empresas-publicas-vao-ter-quotas-as-mulheres
PS - Rosa, já vi que também ficaste feliz.
Sim, também acho que mais vale os 33% do que os miseráveis existentes 3% :o)!
http://www.ionline.pt/conteudo/43147-estado-e-empresas-publicas-vao-ter-quotas-as-mulheres
Continuamos a chamar paridade a 33%, mas é melhor do que nada!
Certo amig@s!?
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Um bom vídeo para reflectir!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Finalmente!
sábado, 16 de janeiro de 2010
Igualdade é Desenvolvimento!
Estas organizações encetaram, em 2009, um exercício de reflexão e análise críticos acerca ...das suas práticas (des)igualitárias. Os autodiagnósticos organizacionais estão a ser concluídos, com o envolvimento de dirigentes e técnicas/os.
Transversalizar a igualdade de mulheres e homens nas práticas internas e externas das organizações de desenvolvimento local é a nossa meta!
Ver maisANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local
http://www.animar-dl.pt/projectos_animar/ver_projecto.php?id=6
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Por um Centro de Cultura e Intervenção Feminista na cidade de Lisboa
Acabei de ler e assinar a petição online: Por um Centro de Cultura e Intervenção Feminista na cidade de Lisboa»
http://www.peticaopublica.com/?pi=UMAR
Subscrevam a petição e divulguem-na pelos vossos contactos.
Obrigada
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Obra de arte para recordar o que foi feito e o que ainda há por fazer!
Naquela altura, no panfleto que distribuiu para convocar a concentração, o MLM afirmava querer “denunciar publicamente as várias formas de que se reveste a opressão da mulher em Portugal”, queimando, numa fogueira, objectos que simbolizassem essa subjugação. Uma noiva queimaria a flor de laranjeira, a dona de casa queimaria o avental e uma vamp queimaria o biquíni.
Contudo, como revelou ao Público Maria Teresa Horta (também presente na acção), o que acabou por se acender foram os ânimos de 2.000 homens que ali se deslocaram, insultando e agredindo as activistas, com pontapés, empurrões, bofetadas e apalpões, etc.. acabando por ser obrigadas a fugir, algumas delas com filh@s pelas mãos.
É inegável, que, desde essa altura, são enormes as mudanças registadas no sentido da igualdade de género. Umas das diferenças que se verificam entre as duas acções é bastante reveladora disso, que é o facto desta última já ter sido apoiada por alguns homens. São, na sua maioria, activistas de movimentos pela igualdade de direitos, como é o caso do antropólogo e deputado Miguel Vale de Almeida.
A UMAR pretende agora instalar uma obra de arte que marque o local, como uma referência do movimento feminista português, dando, assim, a visibilidade merecida à acção destas mulheres que lutaram pela igualdade.
Nunca é demais referir que ser feminista não é o oposto de ser sexista, ser feminista é lutar por uma sociedade mais igualitária, mais justa para todos e todas. O feminismo nunca matou ninguém, o sexismo mata todos os dias! Os vários comentários à notícia do Público mostram bem o enorme trabalho que ainda há a fazer.
Ver notícia aqui:
Mais um dia histórico!

Como podem ver no site da UMAR (aqui mesmo ao lado) é já HOJE, dia 13 de Janeiro que se celebram os 35 anos da 1ª manifestação feminista em Portugal, convocada pelo Movimento de Libertação das Mulheres.
Para recordar este momento histórico, a UMAR marcou um encontro no mesmo local HOJE com vári@s feministas, entre @s quais algumas das protagonistas da altura.
O objectivo é que todas as pessoas feministas (mulheres e homens) apareçam no Parque Eduardo
Apareça e traga um@ amig@ também.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Magnífico discurso de Miguel Vale de Almeida na Assembleia da República para ver e rever!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Um passo no sentido da igualdade e muitos outros no sentido da desigualdade!
De acordo com o i (http://www.ionline.pt/conteudo/40846-miudas-nuas-e-vinho-tinto), amanhã vai ser inaugurada uma exposição designada "Sangue & Corpo Di Vino - Vinho a Nu" no Museu do Vinho da Bairrada.
Sendo, desde logo óbvio que não será o vinho que vai aparecer nu na exposição, poder-se-ia pensar que será um belo homem, em alusão ao “Di Vino”. Mas não, também não!
Alguém adivinha quem é que aparece?
Pois é, nada de novo!
A exposição é composta por 16 fotografias a cores e a preto e branco, do jovem fotógrafo Diogo Moreira, nas quais uma mulher (é claro!) posa entre rolhas de cortiça, barris de vinho e pilhas de garrafas, tal como veio ao mundo!
E assim continua o nosso país.... Se é verdade que hoje foi dado um passo no sentido da igualdade e da democracia, não é menos verdade que muitos passos continuam por ser dados.
Por isso, a luta tem de continuar!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Que dia 8 de Janeiro de 2010 fique marcado com mais um grande passo para a igualdade!

Estamos a caminhar a passos largos para o grande dia. Dia 8 de Janeiro de 2010 vai ficar marcado na História portuguesa!
Vão ser discutidos no Parlamento vários projectos de lei, onde os/as deputados terão a oportunidade de garantir o igual acesso ao casamento civil por parte de casais hetero e homossexuais.
Segundo Miguel Vala de Almeida, serão discutidos 3 projectos mais 1:
1º - uma proposta de lei (por iniciativa do Governo, o que é um grande avanço, porque há 6 meses o PS votou contra o casamento) - contempla a igualdade no acesso ao casamento civil, mas em contrapartida inclui a proibição da adopção de crianças por parte dos casais de gays e lésbicas.
2º - um projecto-lei do BE - contempla a igualdade no acesso ao casamento civil e não aceita essa proibição, defendendo que qualquer pessoa ou casal pode ser candidato a adoptante. Para o BE, a proibição é inconstitucional, visto que uma pessoa não pode ser excluída de acesso a acções institucionais devido à sua orientação sexual. Trata-se de uma grave discriminação.
3º - um projecto-lei dos Verdes - que também contempla a possibilidade da adopção.
4º - um projecto de União Civil Registada do PSD - ainda desconhecido, mas, aparentemente vai propor um casamento com outro nome!? Entretanto, hoje foi entregue no Parlamento a petição para que haja um referendo, onde é é perguntado aos/às portugueses/as se "Concorda que o casamento possa ser celebrado entre pessoas do mesmo sexo?". É importante que se diga que em termos políticos não há condições para haver o referendo, visto que o casamento entre pessoas do mesmo sexo já constava no programa eleitoral do PS, do BE e dos Verdes e também do PCP. Portanto, pelo menos a esquerda tem toda a legitimidade de aprovar as propostas que foram sufragadas no local legislativo, ou seja, no Parlamento.
Aliás, São José Almeida diz hoje no Jornal Público que a maioria de esquerda chumbará o referendo ao casamento gay. Já o afirmaram os líderes do PS, do BE, dos Verdes e do PCP. Até o PSD já disse que não ao referendo.
É altura para reflectir sobre o assunto de forma séria e consciente. Aprovar a lei do casamento é uma questão de direitos humanos e de cidadania.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Ano novo, blog renovado!!
A Natureza das naturezas!! AVATAR!!!
sábado, 2 de janeiro de 2010
AVATAR, um filme grandioso!

Hoje, acho que o que disseram, para “me aguçar o apetite”, foi pouco. Acho que é um daqueles filmes que deviam ser obrigatórios, seguidos de uma aula de cidadania e de debate. Só assim, a meu ver, as pessoas podem aprender e melhorar, enquanto seres humanos, enquanto partes minúsculas de um todo.
Eu nasci numa pequena aldeia de Barcelos e, talvez por isso, tenho uma ligação à terra muito profunda. Recordo-me claramente da 1ª vez que vim a Lisboa, há quase 3 décadas atrás. É claro que adorei Lisboa, era a realização de um sonho. Mas recordo-me mais do forte sentimento de mal-estar, devido à poluição, ao barulho, à correria frenética das pessoas, que nem tempo tinham para se olhar nos olhos... O “lar doce lar” nunca foi tão sentido como dessa vez!
É um mundo onde a ligação entre as pessoas e os animais e as plantas ... se equipara às sinapses que existem no nosso cérebro. Não seriam necessárias estas redes sociais virtuais a que aderimos na Internet, no fundo, à procura dos mesmos sentimentos!
Pois bem, o que é que a maior parte dos seres humanos do Planeta terra faz quando encontram o Planeta Pandora? Como sempre, de cima do seu pedestal, é claro que se sentem diferentes. Mas, como se não bastasse, sentem-se diferentes e melhores, superiores! Vêem-n@s como indígenas, logo, tratam-nos praticamente como animais. E, como sempre, fazem tudo, tudo... para atingirem o seu objectivo, sem olhar à destruição.